Ação social contesta dados do IBGE
A Comissão Municipal do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil está contestando alguns dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, de Concórdia. O ponto divergente diz respeito aos números do trabalho infantil no município. Em recente levantamento, o IBGE apontou que existe 8,56% da população, na faixa etária dos 10 aos 14 anos, em situação de trabalho infantil. Já um levantamento feito pela própria comissão aponta para uma realidade totalmente diferente, onde não há registros de trabalho infantil em Concórdia.
A secretária municipal da Ação Social, Cristiane Werlang, em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança disse que essa informação do IBGE causou surpresa. Por outro lado, observa que tem que se conhecer os critérios que o IBGE adotou para realizar o levantamento junto às famílias. Acredita que o auxílio das crianças nos afazeres domésticos tenham sido levados em conta para computar como trabalho infantil. Por fim, afirma que se essas informações demonstrarem eventuais casos de situação degradante, isso não estaria sob o conhecimento da secretaria.
A secretária Cristiane Werlang destaca o que o trabalho infantil é caracterizado quando a criança, ou adolescente, é totalmente responsabilizada pelo trabalho e sofra pressão para isso. A vítima é obrigada a abandonar os estudos e é exposta a situações vexatórias ou insalubres. A secretária destaca que se uma criança auxiliar o pai ou a mãe em algum afazer doméstico, não dá para considerar trabalho infantil.
A secretária municipal da Ação Social, Cristiane Werlang, em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança disse que essa informação do IBGE causou surpresa. Por outro lado, observa que tem que se conhecer os critérios que o IBGE adotou para realizar o levantamento junto às famílias. Acredita que o auxílio das crianças nos afazeres domésticos tenham sido levados em conta para computar como trabalho infantil. Por fim, afirma que se essas informações demonstrarem eventuais casos de situação degradante, isso não estaria sob o conhecimento da secretaria.
A secretária Cristiane Werlang destaca o que o trabalho infantil é caracterizado quando a criança, ou adolescente, é totalmente responsabilizada pelo trabalho e sofra pressão para isso. A vítima é obrigada a abandonar os estudos e é exposta a situações vexatórias ou insalubres. A secretária destaca que se uma criança auxiliar o pai ou a mãe em algum afazer doméstico, não dá para considerar trabalho infantil.