Aurora negocia com caminhoneiros e resolve problema do abastecimento
Depois de ser afetada pela paralização dos motoristas de carretas nos dois últimos dias, a empresa Aurora começou hoje a normalizar as atividades. Na segunda e terça-feira, o frigorífico de aves de Maravilha suspendeu em 100% as atividades deixando de abater e processar 145 mil frangos por dia. Já o frigorífico de São Miguel do Oeste reduziu em 50% o abate diário de suínos, baixou de 1.900 para 950 animais por dia. Pelo menos 2,5 mil trabalhadores haviam sido dispensados do trabalho.
No entanto, segundo o vice-presidente da Aurora, Neivor Canton, a situação começou a ser normalizada nessa quarta-feira após reunião com os coordenadores do manifesto. Os caminhões que levam rações para as propriedades rurais e os de transporte de aves, de suínos e de leite que apanham a produção pecuária em mais de cinco mil propriedades rurais estavam sendo retidos de barreiras. O presidente da Aurora Mário Laznaster comentou que o prejuízo inicial chegou a R$ 6 milhões.
Situação na BRF
A BRF de Concórdia comunicou na manhã de hoje que a paralização dos caminhoneiros ainda não está afetando a produção da unidade. De acordo com o setor de logística e transporte, a empresa mantém sob controle a situação nesses três dias de manifesto. No entanto, caso o protesto continue, alguns problemas poderão ser registrados.
Tirol enfrenta problemas
Como aconteceu no ano passado quando caminhoneiros realizaram a greve, novamente a Tirol pode suspender a produção de leite. A preocupação se dá sob dois aspectos, sendo o primeiro a coleta do leite no campo e o segundo pelo possível desabastecimento. Os laticínios possuem alta demanda por embalagens e outros insumos que começam a ficar escassos, prejudicando a saída do produto para o mercado. Segundo a Tirol, os pontos críticos em Santa Catarina estão concentrados em São Miguel do Oeste, Cunha Porã, Maravilha, Catanduvas, Jaborá e Água Doce. Na região de Joaçaba foram registrados bloqueios no km 406 da BR-282 em Catanduvas, em frente ao posto Begnini, no trevo de acesso a Jaborá e no km 52 da SC-150 em Água Doce, acesso a Caçador.
No entanto, segundo o vice-presidente da Aurora, Neivor Canton, a situação começou a ser normalizada nessa quarta-feira após reunião com os coordenadores do manifesto. Os caminhões que levam rações para as propriedades rurais e os de transporte de aves, de suínos e de leite que apanham a produção pecuária em mais de cinco mil propriedades rurais estavam sendo retidos de barreiras. O presidente da Aurora Mário Laznaster comentou que o prejuízo inicial chegou a R$ 6 milhões.
Situação na BRF
A BRF de Concórdia comunicou na manhã de hoje que a paralização dos caminhoneiros ainda não está afetando a produção da unidade. De acordo com o setor de logística e transporte, a empresa mantém sob controle a situação nesses três dias de manifesto. No entanto, caso o protesto continue, alguns problemas poderão ser registrados.
Tirol enfrenta problemas
Como aconteceu no ano passado quando caminhoneiros realizaram a greve, novamente a Tirol pode suspender a produção de leite. A preocupação se dá sob dois aspectos, sendo o primeiro a coleta do leite no campo e o segundo pelo possível desabastecimento. Os laticínios possuem alta demanda por embalagens e outros insumos que começam a ficar escassos, prejudicando a saída do produto para o mercado. Segundo a Tirol, os pontos críticos em Santa Catarina estão concentrados em São Miguel do Oeste, Cunha Porã, Maravilha, Catanduvas, Jaborá e Água Doce. Na região de Joaçaba foram registrados bloqueios no km 406 da BR-282 em Catanduvas, em frente ao posto Begnini, no trevo de acesso a Jaborá e no km 52 da SC-150 em Água Doce, acesso a Caçador.