Comércio de Concórdia pode ter falta de mão de obra
O horário especial de atendimento no comércio de Concórdia inicia na próxima semana, mas nem todos os estabelecimentos comerciais poderão estar preparados para atender a forte demanda de consumidores, para o período natalino. A previsão é do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia e região. A entidade está verificando dificuldades em mão de obra disponível para o comércio, inclusive para outras épocas do ano. De acordo com informações repassadas pela entidade, cerca de 393 trabalhadores foram admitidos nesse ano./Por outro lado, cerca de 150 rescisões são feitas por mês, em média.
A presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Concórdia, Janete Pecini, em entrevista à Aliança exemplifica que o comércio de Concórdia fechou o mês passado com 17 trabalhadores a menos que janeiro desse ano. Observa que o período de contratações para o Natal inicia em outubro e que os números são negativos.
Janete aponta alguns fatores que podem estar contribuindo para essa escassez de mão de obra. Para ela os trabalhadores podem estar buscando melhores salários em outros ramos. Explica que alguns segmentos industriais oferecem melhores condições para o trabalhador do que o comércio. Outro fator é que o comércio está sendo usado como porta de entrada para o mercado de trabalho e isso pode explicar a forte rotatividade.
Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia, se houvesse cerca de 200 trabalhadores disponíveis para o comércio, todos seriam absorvidos pelos estabelecimentos comerciais. Janete finaliza que a maioria dos estabelecimentos vão trabalhar no período natalino com o quadro de funcionários que estão disponíveis e isso pode prejudicar o atendimento ao consumidor.
A presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Concórdia, Janete Pecini, em entrevista à Aliança exemplifica que o comércio de Concórdia fechou o mês passado com 17 trabalhadores a menos que janeiro desse ano. Observa que o período de contratações para o Natal inicia em outubro e que os números são negativos.
Janete aponta alguns fatores que podem estar contribuindo para essa escassez de mão de obra. Para ela os trabalhadores podem estar buscando melhores salários em outros ramos. Explica que alguns segmentos industriais oferecem melhores condições para o trabalhador do que o comércio. Outro fator é que o comércio está sendo usado como porta de entrada para o mercado de trabalho e isso pode explicar a forte rotatividade.
Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Concórdia, se houvesse cerca de 200 trabalhadores disponíveis para o comércio, todos seriam absorvidos pelos estabelecimentos comerciais. Janete finaliza que a maioria dos estabelecimentos vão trabalhar no período natalino com o quadro de funcionários que estão disponíveis e isso pode prejudicar o atendimento ao consumidor.