Fenômeno El Niño poderá ser de forte intensidade em 2014
Alguns institutos de meteorologia já estão especulados sobre o comportamento do clima e do tempo para os próximos meses. A tendência é de que o fenômeno El Niño seja tão intenso quanto aquele, que ocorreu nos anos de 1997 e 1998, considerado o mais forte até hoje. Naquele período, as perdas na agricultura chegaram a R$ 3,5 bilhões em todo o país. Em Santa Catarina, os prejuízos em culturas como arroz, feijão, milho, soja e trigo foram de 210 mil toneladas em Santa Catarina.
Em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança, o meteorologista Leandro Puchalski, destaca que os padrões normais do fenômeno já estão em formação no oceano pacífico, entre a Oceania e a América do Sul. "É um fenômeno caracterizado pelo aquecimento das águas do oceano e que só acontece nessa região, mas interfere no clima em todo o planeta", diz. Puchalski destaca que o efeito mais visível no Sul do país é o volume de chuvas maior que o normal.
O meteorologista da Rádio Aliança destaca que o fenômeno deve iniciar no mês de julho, entre o inverno e a primavera, e alcançar o pico entre os meses de outubro, novembro e dezembro. "Ainda não se sabe a intensidade real que o fenômeno poderá provocar. É algo que será revelado no passar dos meses", explica Puchalski.
Leandro Puchalski destaca que medidas preventivas em setores da sociedade que são afetados pelo clima já são válidas, mesmo que a intensidade forte do fenômeno ainda seja uma possibilidade.
O meteorologista lembra que a última vez que a região Sul sentiu os efeitos do clima do El Niño foi em 2009. Ele observa que, se por um lado as chuvas aumentam, a temperatura fica mais amena durante a ocorrência do fenômeno.
Em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio Aliança, o meteorologista Leandro Puchalski, destaca que os padrões normais do fenômeno já estão em formação no oceano pacífico, entre a Oceania e a América do Sul. "É um fenômeno caracterizado pelo aquecimento das águas do oceano e que só acontece nessa região, mas interfere no clima em todo o planeta", diz. Puchalski destaca que o efeito mais visível no Sul do país é o volume de chuvas maior que o normal.
O meteorologista da Rádio Aliança destaca que o fenômeno deve iniciar no mês de julho, entre o inverno e a primavera, e alcançar o pico entre os meses de outubro, novembro e dezembro. "Ainda não se sabe a intensidade real que o fenômeno poderá provocar. É algo que será revelado no passar dos meses", explica Puchalski.
Leandro Puchalski destaca que medidas preventivas em setores da sociedade que são afetados pelo clima já são válidas, mesmo que a intensidade forte do fenômeno ainda seja uma possibilidade.
O meteorologista lembra que a última vez que a região Sul sentiu os efeitos do clima do El Niño foi em 2009. Ele observa que, se por um lado as chuvas aumentam, a temperatura fica mais amena durante a ocorrência do fenômeno.