Piccinin se manifesta nas redes sociais
O ex-secretário do Desenvolvimento Regional de Concórdia e ex-vereador, Idair Piccinin se manifestou sobre a saída do PMDB, ocorrida na última semana. Uma carta de própria autoria foi publicada através das redes sociais, no final de semana.
Neste manifesto, ele explica os motivos que o levaram a sair do PMDB, onde militou por vários anos.
Ele inicia agradecendo pessoa próximas durante esse tempo e algumas personalidades políticas peemedebistas. Esclarece que a decisão de sair do partido foi "dialogada, articulada e amadurecida com amigos e pessoas próximas". Também manifestou uma "impaciência com o PMDB nos processo deliberativos em ser apenas coadjuvante".
Ele faz apontamentos contra o partido em três níveis.
"a) Nível nacional - o PMDB faz parte do governo, inclusive, com o vice-presidente da nação e sustenta a condição de maior partido do país. Entretanto, não chama para si a responsabilidade das grandes reformas necessárias e clamadas pela sociedade brasileira inclusive em atos públicos nas ruas.b) Nível estadual - o PMDB também faz parte do governo estadual, inclusive, com o vice-governador e também é o maior partido do estado. Frequentemente, nós filiados, tínhamos constrangimento de pertencer ao partido em função das obras e promessas, como abastecimento de água e esgoto, melhoria da infraestrutura de atendimento da sociedade do alto Uruguai catarinense como educação, saúde, polícia, SDRs, FATMA, Rodovias, CIDASC, Celesc, entre outras, nunca se concretizarem. Passamos grande parte do tempo esperando ações do executivo estadual na região ao invés de concentrar esforços em alianças com autarquias estaduais de reconhecida competência como a Coordenadoria da FATMA, Batalhão da Polícia Militar, UDESC, etc.c) Nível municipal - somos oposição, entretanto, ao invés de construirmos uma paróquia, uma unidade única, cada líder constrói sua própria igrejinha. Mas, o que mais pesou em minha decisão de deixar o PMDB foi a determinação em não termos candidato próprio ao cargo de prefeito no último pleito municipal."
Por fim, ele disse que está saindo sem mágoas do PMDB. Sobre o futuro político, ele diz que pretende tomar uma decisão dentro do tempo permitido pela legislação eleitoral a tempo de estar apto para as próximas eleições. Ele não dá pistas sobre qual sigla partidária poderá estar assinando ficha de filiações, mas há indícios de que possa ser o PSB ou o PR.
Neste manifesto, ele explica os motivos que o levaram a sair do PMDB, onde militou por vários anos.
Ele inicia agradecendo pessoa próximas durante esse tempo e algumas personalidades políticas peemedebistas. Esclarece que a decisão de sair do partido foi "dialogada, articulada e amadurecida com amigos e pessoas próximas". Também manifestou uma "impaciência com o PMDB nos processo deliberativos em ser apenas coadjuvante".
Ele faz apontamentos contra o partido em três níveis.
"a) Nível nacional - o PMDB faz parte do governo, inclusive, com o vice-presidente da nação e sustenta a condição de maior partido do país. Entretanto, não chama para si a responsabilidade das grandes reformas necessárias e clamadas pela sociedade brasileira inclusive em atos públicos nas ruas.b) Nível estadual - o PMDB também faz parte do governo estadual, inclusive, com o vice-governador e também é o maior partido do estado. Frequentemente, nós filiados, tínhamos constrangimento de pertencer ao partido em função das obras e promessas, como abastecimento de água e esgoto, melhoria da infraestrutura de atendimento da sociedade do alto Uruguai catarinense como educação, saúde, polícia, SDRs, FATMA, Rodovias, CIDASC, Celesc, entre outras, nunca se concretizarem. Passamos grande parte do tempo esperando ações do executivo estadual na região ao invés de concentrar esforços em alianças com autarquias estaduais de reconhecida competência como a Coordenadoria da FATMA, Batalhão da Polícia Militar, UDESC, etc.c) Nível municipal - somos oposição, entretanto, ao invés de construirmos uma paróquia, uma unidade única, cada líder constrói sua própria igrejinha. Mas, o que mais pesou em minha decisão de deixar o PMDB foi a determinação em não termos candidato próprio ao cargo de prefeito no último pleito municipal."
Por fim, ele disse que está saindo sem mágoas do PMDB. Sobre o futuro político, ele diz que pretende tomar uma decisão dentro do tempo permitido pela legislação eleitoral a tempo de estar apto para as próximas eleições. Ele não dá pistas sobre qual sigla partidária poderá estar assinando ficha de filiações, mas há indícios de que possa ser o PSB ou o PR.