PSOL catarinense critica Paulo Afonso Piovesan
A direção estadual do PSOL de Concórdia criticou o ex-presidente do partido de Concórdia, Paulo Afonso Piovesan. Em entrevista nesta manhã, o secretário de comunicação da sigla, em Santa Catarina, Leonel Camasão, teceu críticas ao agora filiado do PSB e pretenso candidato nas eleições proporcionais de 2014.
Durante participação no Jornal da Manhã, Camasão afirmou que a cúpula do PSOL catarinense foi pega de surpresa, mais uma vez. Diz não entender a postura de Piovesan, que disse pretender candidatar-se a governador sem a anuência do partido. "Ele se promoveu e ganhou espaço na mídia por causa disso", disse o secretário de comunicação. Completa que "o PSOL não faria oposição nenhuma ao fato de candidatar-se a governador, mas desde que houvesse a aprovação através das prévias do partido", já que o outro pré-candidato seria Afranio Boppré. Leonel arremata que Piovesan faltou com seriedade para com o a sigla, uma vez que foi imposta a condição de prévia, ele saiu da sigla "sem dar um telefonema ou falar com alguém", conclui.
Por fim, o secretário de comunicação do PSOL afirma que a saída de Paulo Afonso Piovesan oxigenou o partido, já que novas filiações devem ser confirmadas em Concórdia, nos próximos dias. Sobre o futuro comando da sigla, Camasão confirma a tendência de que Ary Barreiros Júnior assuma a presidência do PSOL concordiense. Completa que Barreiros é foi filiado recentemente e se torna uma alternativa interessante para o partido, assim como outros nomes como os de Clêris Konrad e Rogério Faresin.
Durante participação no Jornal da Manhã, Camasão afirmou que a cúpula do PSOL catarinense foi pega de surpresa, mais uma vez. Diz não entender a postura de Piovesan, que disse pretender candidatar-se a governador sem a anuência do partido. "Ele se promoveu e ganhou espaço na mídia por causa disso", disse o secretário de comunicação. Completa que "o PSOL não faria oposição nenhuma ao fato de candidatar-se a governador, mas desde que houvesse a aprovação através das prévias do partido", já que o outro pré-candidato seria Afranio Boppré. Leonel arremata que Piovesan faltou com seriedade para com o a sigla, uma vez que foi imposta a condição de prévia, ele saiu da sigla "sem dar um telefonema ou falar com alguém", conclui.
Por fim, o secretário de comunicação do PSOL afirma que a saída de Paulo Afonso Piovesan oxigenou o partido, já que novas filiações devem ser confirmadas em Concórdia, nos próximos dias. Sobre o futuro comando da sigla, Camasão confirma a tendência de que Ary Barreiros Júnior assuma a presidência do PSOL concordiense. Completa que Barreiros é foi filiado recentemente e se torna uma alternativa interessante para o partido, assim como outros nomes como os de Clêris Konrad e Rogério Faresin.