Traçado da Ferrovia do Frango volta ser debatido
A discussão sobre o traçado que deve ser adotado para a chamada Ferrovia do Frango, que ligará o Oeste Catarinense aos portos do Estado, foi tema de uma audiência pública da Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano da Assembleia Legislativa, na sexta-feira (07), em Joinville.
Na ocasião os deputados autores da proposta da audiência deputado Antônio Aguiar (PMDB) e Darci de Mattos (PSD), defenderam que a ferrovia passe no norte do estado, até chegar aos portos de São Francisco do Sul e Itapoá. A sugestão é diferente do que a ideia inicial que prevê o começo em Dionísio Cerqueira, fronteira com a Argentina, passando por Chapecó, Concórdia, Joaçaba, Santa Cecília até chegar ao Porto de Itajaí.
Os parlamentares que defendem o Norte do Estado, sustentam que a partir de Joaçaba, a ferrovia deveria passar por Porto União e Canoinhas, a fim de aproveitar a ligação ferroviária já existente entre Mafra e o Porto de São Francisco do Sul.
A partir desse ponto, a conexão com Itajaí seria feita pela ferrovia litorânea que vai ligar os portos catarinenses de Imbituba a Araquari. A justificativa é de que a rota alternativa estimularia o desenvolvimento econômico da região, além de garantir uma economia na construção da ferrovia conforme explicou o deputado Darci de Mattos.
A implantação da Ferrovia do Frango é uma das principais demanda do setor de agroindustrial do Estado. Quando pronta, a estrutura deve ser empregada principalmente para o transporte de carne suína e de frango produzida no oeste para os portos no norte do Estado.
O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC), destacou que o investimento na ferrovia deve contribuir para a modernização da infraestrutura e o atendimento da crescente demanda internacional para os produtos da agroindústria de Santa Catarina.
Na ocasião os deputados autores da proposta da audiência deputado Antônio Aguiar (PMDB) e Darci de Mattos (PSD), defenderam que a ferrovia passe no norte do estado, até chegar aos portos de São Francisco do Sul e Itapoá. A sugestão é diferente do que a ideia inicial que prevê o começo em Dionísio Cerqueira, fronteira com a Argentina, passando por Chapecó, Concórdia, Joaçaba, Santa Cecília até chegar ao Porto de Itajaí.
Os parlamentares que defendem o Norte do Estado, sustentam que a partir de Joaçaba, a ferrovia deveria passar por Porto União e Canoinhas, a fim de aproveitar a ligação ferroviária já existente entre Mafra e o Porto de São Francisco do Sul.
A partir desse ponto, a conexão com Itajaí seria feita pela ferrovia litorânea que vai ligar os portos catarinenses de Imbituba a Araquari. A justificativa é de que a rota alternativa estimularia o desenvolvimento econômico da região, além de garantir uma economia na construção da ferrovia conforme explicou o deputado Darci de Mattos.
A implantação da Ferrovia do Frango é uma das principais demanda do setor de agroindustrial do Estado. Quando pronta, a estrutura deve ser empregada principalmente para o transporte de carne suína e de frango produzida no oeste para os portos no norte do Estado.
O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC), destacou que o investimento na ferrovia deve contribuir para a modernização da infraestrutura e o atendimento da crescente demanda internacional para os produtos da agroindústria de Santa Catarina.