Vale da Produção já sente efeitos da seca
A última chuva do mês de janeiro registrada pela estação Climatológica da Embrapa Suínos e Aves que fica no Distrito de Tamanduá foi no dia nove de janeiro com apenas um milímetro. O mês de janeiro deverá fechar com apenas 117 milímetros, montante inferior ao de dezembro que foi de 159. Num comparativo com janeiro do ano passado, o primeiro mês de 2013 registra 75 milímetros a menos de água.
Esses dados tem preocupado também os três municípios que compõem o Vale da Produção. Eles temem que a situação registrada em novembro do ano passado, quando a maior parte dos municípios da AMAUC decretaram situação de emergência em função da estiagem volte a se repetir. No Vale da Produção, Lindóia do Sul é o que enfrenta maior dificuldade no momento, já são 15 propriedades que estão sendo atendidas. De acordo com o vice-prefeito Pedro Bringhenti, a estiagem em termos de transporte de água já pode ser comparada a que foi registrada em novembro do ano passado. Outra questão é a produção de milho para a silagem que está sendo afetada.
Em Ipumirim a situação é parecida, está sendo transportada água para pelo menos 10 propriedades rurais. De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Sergio Luiz Bernardi, em alguns casos está faltando até mesmo água potável para as famílias. Além disso, a agricultura também sofre com a falta de chuva as pastagens começam a secar.
Já em Arabutã ainda não está sendo feito transporte de água para as propriedades, mas o prefeito Jackson Patzlaff afirma que a situação está sendo monitorada, especialmente em Linha Guaraipo, que é um local em que sofre com as estiagens. Outros municípiosO município de Jaborá também está sentindo os reflexos do período seco, que está acometendo a região nas últimas semanas. De acordo com informações, a prefeitura está intensificando os trabalhos de transporte de água para 15 propriedades rurais, no interior do município. Conforme o secretário municipal de Agricultura de Jaborá, Barcelídes Nicolli, há a preocupação com as plantações, já que a seca do final do último ano atingiu as plantas na fase de formação e algumas estão em processo de recuperação daquele período de escassez de chuvas.
Esses dados tem preocupado também os três municípios que compõem o Vale da Produção. Eles temem que a situação registrada em novembro do ano passado, quando a maior parte dos municípios da AMAUC decretaram situação de emergência em função da estiagem volte a se repetir. No Vale da Produção, Lindóia do Sul é o que enfrenta maior dificuldade no momento, já são 15 propriedades que estão sendo atendidas. De acordo com o vice-prefeito Pedro Bringhenti, a estiagem em termos de transporte de água já pode ser comparada a que foi registrada em novembro do ano passado. Outra questão é a produção de milho para a silagem que está sendo afetada.
Em Ipumirim a situação é parecida, está sendo transportada água para pelo menos 10 propriedades rurais. De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Sergio Luiz Bernardi, em alguns casos está faltando até mesmo água potável para as famílias. Além disso, a agricultura também sofre com a falta de chuva as pastagens começam a secar.
Já em Arabutã ainda não está sendo feito transporte de água para as propriedades, mas o prefeito Jackson Patzlaff afirma que a situação está sendo monitorada, especialmente em Linha Guaraipo, que é um local em que sofre com as estiagens. Outros municípiosO município de Jaborá também está sentindo os reflexos do período seco, que está acometendo a região nas últimas semanas. De acordo com informações, a prefeitura está intensificando os trabalhos de transporte de água para 15 propriedades rurais, no interior do município. Conforme o secretário municipal de Agricultura de Jaborá, Barcelídes Nicolli, há a preocupação com as plantações, já que a seca do final do último ano atingiu as plantas na fase de formação e algumas estão em processo de recuperação daquele período de escassez de chuvas.