Visita de Abílio Diniz repercute na imprensa brasileira
A visita do presidente do Conselho de Administração da BRF, Abílio Diniz, a Concórdia na última sexta-feira repercutiu na mídia brasileira. O Jornal Folha de São Paulo também fez a cobertura do evento.
A matéria foi escrita pelo jornalista Machado da Costa. Em coletiva, Abílio Diniz disse que o governo tem que parar de atrapalhar as empresas. A BRF terminou recentemente a construção de uma nova fábrica nos Emirados Árabes, cujo custo foi de US$ 150 milhões. A BRF teme que a mudança na forma de tributação afete o resultado da empresa, já que um dos assuntos abordados foi a medida provisória 627, que foi convertida na lei 12.973.
Sobre isso, o conselheiro da BRF, Luiz Fernando Furlan, destacou que essa MP está ameaçando os investimentos que foram feitos pela companhia no Oriente Médio. Ela muda a forma como as empresa com plantas industriais no exterior são tributadas. Conforme o texto, a companhia precisa aferir lucro por meio de uma subsidiária nacional e ser tributada internamente, ou seja, pelas regras brasileiras.
Outra questão abordada foi a possível ajuda do Governo Federal à JBS a comprar a empresa americana Hillshire, o que poderia fazer parte da ajuda institucional ao processo de internacionalização das empresas brasileiras. Abílio Diniz diz que a BRF não irá buscar apoio do governo no processo de expansão no exterior.
Em 2013m a BRF teve um faturamento de R$ 30,5 bilhões; EBITDA de R$ 3,6 bilhões, dívida líquida de R$ 6,8 bilhões.
A matéria foi escrita pelo jornalista Machado da Costa. Em coletiva, Abílio Diniz disse que o governo tem que parar de atrapalhar as empresas. A BRF terminou recentemente a construção de uma nova fábrica nos Emirados Árabes, cujo custo foi de US$ 150 milhões. A BRF teme que a mudança na forma de tributação afete o resultado da empresa, já que um dos assuntos abordados foi a medida provisória 627, que foi convertida na lei 12.973.
Sobre isso, o conselheiro da BRF, Luiz Fernando Furlan, destacou que essa MP está ameaçando os investimentos que foram feitos pela companhia no Oriente Médio. Ela muda a forma como as empresa com plantas industriais no exterior são tributadas. Conforme o texto, a companhia precisa aferir lucro por meio de uma subsidiária nacional e ser tributada internamente, ou seja, pelas regras brasileiras.
Outra questão abordada foi a possível ajuda do Governo Federal à JBS a comprar a empresa americana Hillshire, o que poderia fazer parte da ajuda institucional ao processo de internacionalização das empresas brasileiras. Abílio Diniz diz que a BRF não irá buscar apoio do governo no processo de expansão no exterior.
Em 2013m a BRF teve um faturamento de R$ 30,5 bilhões; EBITDA de R$ 3,6 bilhões, dívida líquida de R$ 6,8 bilhões.