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ABCS aguarda abertura do mercado Japonês

Data 14/06/2012 às 08:18
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O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos, Marcelo Lopes, é prudente ao comentar a possível abertura do mercado da China para a carne catarinense. Ele afirma que irá acreditar no discurso das lideranças políticas somente depois de receber documento oficial dando conta das importações da carne produzida pelas agroindústrias catarinense.

Por enquanto, Lopes mantém cautela e reitera que os produtores de Santa Catarina estão enfrentando muitas dificuldades para se manter na propriedade.

Nesse momento o produtor catarinense recebe R$ 1,90 o quilo, valor que não cobre os custos de produção, segundo os próprios suinocultores. Lopes reitera que o suinocultor está sem capital de giro e necessita de medidas por parte do Governo Federal. Nesse sentido, o presidente da ABCS reitera que os produtores não estão recebendo os preços merecidos, mesmo sendo o principal elo da cadeia produtiva.

Medidas de emergência

A Associação Brasileira de Criadores de Suínos apresentou ontem no Ministério da Agricultura em Brasília pedido de liberação de dinheiro para o capital de giro dos suinocultores, não apenas catarinense, mas de todos os Estados produtores. A entidade ainda pretende prolongar os empréstimos de custeio e garantir novos créditos para retenção e matrizes.

Lopes também enfatiza que medidas mais eficientes precisam ser tomadas para resolver a crise definitivamente. Ele explica que nada adianta resolver a situação por um período e depois de alguns meses os problemas voltar a afetar a produção e a lucratividade dos suinocultores em todo o Brasil.

Lei da integração

A Lei da Integração também é uma das reivindicações da classe. O projeto está próximo de ser aprovado junto a Comissão de Finanças da Câmara Federal, inclusive com apoio da BRFoods. A proposta irá dar mais credibilidade aos negócios no segmento e limitar a negociação entre agroindústrias e produtores. Lopes explica que cada empresa tem um contrato diferente e muitas vezes, prejudica os produtores integrados.
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