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Ação Social orienta população para que não dê esmolas para crianças indígenas

Data 12/08/2016 às 17:07
Caso chegou ao conhecimento da Prefeitura nas últimas semanas e Funai e Ministério Público já foram contactados.
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Divulgação.
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A Secretaria Municipal da Ação Social, Cidadania e Habitação de Concórdia informa que já está tomando providências em relação às crianças indígenas, que estariam pedindo esmolas nos cruzamentos da área central da Capital do Trabalho. A situação chegou ao conhecimento do órgão nas últimas semanas e, desde então, o departamento de ação social começou a analisar o caso.

Em entrevista ao Jornalismo Aliança, a secretária da Ação social, Cidadania e Habitação de Concórdia, Neusa Dahmer, informa que a situação já foi denunciada para a Funai, Ministério Público e órgãos competentes. A intenção é fazer com que os indígenas retornem para as aldeias de origem. "Lá eles tem toda a assistência e amparo por parte da Funai", explica a secretária.

Conforme Neusa, esse grupo de indígenas chegou em Concórdia ainda na ocasião do corte do bolo e da mortadela, no último 29 de julho. "Desde então, eles ficaram e estão aí (...) Eles têm o direito de ir nas cidades para vender o artesanato, mas pedir esmola foge dessa finalidade e isso não pode acontecer", pontua.

Neusa Dahmer orienta a população para que não dê esmola para as crianças indígenas. "Se continuar dando, elas vão permanecer por aqui e não vão voltar para a aldeia de origem. Se as crianças não forem esmoladas, eles voltam suas aldeias", finaliza.

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