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ACCS analisa abertura do mercado sul-coreano

Data 11/01/2016 às 14:57
Assunto foi discutido na última semana, em reunião da entidade em Treze Tílias.
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Foto: Tiago Rafael.
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Um dos assuntos de destaque durante a reunião da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, foi a possibilidade de Santa Catarina exportar carne suína para os sul-coreanos. O potencial de exportação dos estabelecimentos catarinenses para os asiáticos é de US$ 108 milhões, o que representa 33 mil toneladas do produto, conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O diretor executivo da Associação Brasileira de Criadores de Suínos, Nilo de Sá - que também participou do encontro - avalia que a União Européia, Estados Unidos e Canadá ainda dominam o mercado internacional de exportação de carne suína. "O coreano não vai comer mais carne suína. Para a gente entrar neste mercado nós precisamos tomar uma fatia dos grandes exportadores. O Brasil precisa abordar dos tratados de livre comércio e buscar parcerias para efetivamente acessar novos mercados. Produzimos carne boa e com preço acessível, mas falta habilidade no cenário de negociação internacional".   

Preço da carne bovina

De acordo com estatísticas, a carne bovina está pelo menos 30% mais cara em relação a suína. Essa diferença deve fazer com que a população consuma mais carne suína em 2016. Cada brasileiro consome em média 40 quilos de carne bovina, contra apenas 15 quilos da suína, conforme números da ABCS. "Esse é o momento de ganhar espaço no mercado interno. Se a gente fazer com que o brasileiro consuma mais carne suína, vamos conseguir maior rentabilidade ao produtor", enfatiza o diretor da ABCS.

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