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ACCS tem cautela

Data 14/06/2012 às 06:42
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O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Lozivânio de Lorenzi, não tem esperanças de que o cenário de crise irá mudar para o produtor com o possível embarque de carne para o Japão. Ele demonstra total descontentamento com o segmento que continua desvalorizando o produtor que atualmente está no vermelho e não tem condições de se manter na propriedade recebendo uma média de R$ 1,90 o quilo.

Lorenzi lembra que os mercados chineses e americanos também foram abertos, porém o cenário de crise ainda continua no Estado. O montante de carne exportada ainda é pequeno e as agroindústrias não conseguem retirar o excedente do mercado interno. O presidente da ACCS reitera que a abertura do mercado japonês é apenas mais um passo e pontua que não tem muita perspectiva com ampliação dos negócios e muito menos remuneração mais atrativa ao suinocultor.

Durante essa semana em Brasília está ocorrendo encontro entre os presidentes de associações de suinocultores. Eles apresentaram no Ministério da Agricultura vários pleitos, inclusive a busca de alternativas para não apenas abrir os mercados internacionais, mas para comercializar a carne suína do Brasil. Lorenzi reitera que falta peso político na negociação com os países para vender o produto produzido pelos suinocultores brasileiros.
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