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Acusado por tentativa de homicídio no interior Jaborá em liberdade
Sandro Motta é condenado por porte ilegal de arma de fogo e ficará solto
O juiz substituto da comarca de Catanduvas, Márcio Preiss, iniciou às 22h40 deste sexta-feira (06) a leitura da sentença do júri popular de Sandro Motta, de 28 anos. O júri iniciou às 9h. O magistrado julgou procedente em parte as denúncia contra Sandro Motta, acusado de três tentativas de homicídio contra o ex-sogro, Gilberto Luiz Fávero, a mulher Fernanda Cristina Fávero e a filha menor de idade, além de lesão corporal contra a ex-sogra Clair Maria Fávero.
A defesa do réu foi feita pelos advogados Daniel Meira, Ricardo Nodari e Janaína Foscarini. Na acusação atuou o promotor Elias Sobrinho. A defesa das vítimas foi feita pelo advogado Emílio Gilmar Guerreiro.
O corpo de jurados decidiu afastar as acusações de tentativas de homicídio, bem como lesão corporal. Entretanto, Motta foi condenado a 2 anos de reclusão em regime aberto, mais o pagamento de 10 dias/multa por porte ilegal de arma de fogo, um revólver calibre 38, que até hoje não foi localizado.
Como cumpriu 508 dias de prisão preventiva no presídio regional de Joaçaba, o magistrado substituiu a pena restritiva de liberdade por uma restritiva de direito, ou seja, prestação de serviços comunitário pelo tempo restante da pena. As vítimas não compareceram à sessão do júri e nenhuma testemunha de acusação.
O advogado Emílio Gilmar Guerreiro disse que não ficou satisfeito com a sentença e adiantou que irá estudar um possível recurso junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Após o júri, Sandro Motta, que é natural de Pato Branco (PR), voltou para a terra natal acompanhado dos pais e familiares. O caso aconteceu no dia 12 de abril de 2012 em linha Andrade, interior de Jaborá, por volta das 15h.
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