Amauc vacina 92,39% da população contra a H1N1
Os 16 municípios da região do Alto Uruguai Catarinense atingiram 92,39% de cobertura vacinal, dentro da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, H1N1. Os trabalhos, que até então estão prorrogados, terminam no final da tarde desta sexta-feira, dia 10.
Conforme a Gerência Regional de Saúde, da Secretaria do Desenvolvimento Regional de Concórdia, apesar do percentual geral ter superado a meta mínima de 80%, alguns municípios da região não conseguiram atingir a cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde em alguns grupos de pessoas, para os quais a campanha foi destinada.
De acordo com a enfermeira responsável pelo Setor de Vigilância Epidemiológica da Regional de Saúde, Noeli Hillshein, a situação mais preocupante é com as gestantes. Ela informa que somente 66,13% do público alvo foi vacinado em toda a região. Ela destaca que os municípios de Alto Bela Vista, Arvoredo, Concórdia, Ipira, Itá, Lindóia do Sul, Presidente Castello Branco, Seara e Xavantina não conseguiram vacinar 80% das mulheres grávidas.
Noeli também observa que a cidade de Presidente Castello Branco não conseguiu, até o momento, atingir a cobertura vacinal em crinças de zero a dois anos, que está em 77%. Nos profissionais de Saúde, Itá está próximo de atingir a meta de 80%, uma vez 79% das pessoas já foram imunizadas no município. Por fim, os municípios de Alto Bela Vista, Lindóia do Sul e Presidente Castello Branco ainda precisam vacinar as puérteras.
Por outro lado, a Vigilância Epidemiológica da Gerência Regional de Saúde observa que todos os municípios da região atingiram a meta na cobertura vacinal de pessoas com idade superior a 60 anos.
Disponibilidade
Conforme a enfermeira responsável pelo Setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria do Desenvolvimento Regional de Concórdia, Noeli Hillshein, os trabalhos de vacinação terão continuidade somente para as gestantes, a partir da próxima semana. Serão utilizadas as doses que sobrarem da campanha, a ser encerrada no final da tarde de hoje. Para Noelli, a medida é uma orientação do Ministério da Saúde.