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Amin quer um PP protagonista
O deputado federal e presidente do PP em SC, Esperidião Amin, participou da reunião de diretório em Concórdia
O Partido Progressista realizou a reunião do diretório regional em Concórdia, na última sexta-feira. O encontro contou com a presença do deputado federal e presidente da sigla em Santa Catarina, Esperidião Amin. Em entrevista a imprensa, Amin discorreu sobre os planos do partido para as eleições de 2016 e eleições de 2018, sobre o cenário nacional político e os casos de corrupção e sobre o impeachment da presidente Dilma.
Os Planos do PP
Esperidião Amin assumiu recentemente a presidência do Partido Progressista em Santa Catarina e afirma que tem um planejamento a curto, médio e longo prazo para colocar o PP como protagonista no cenário político dos próximos anos. “O primeiro projeto termina agora dia 2 de outubro. Até esta data estamos andando pelo estado e buscando filiação de mulheres, jovens e pessoas que ainda não tem partido. Também esperamos receber de volta companheiros e companheiras”, pontuou Amin.
O segundo projeto, de acordo com o presidente, são as eleições municipais de 2016. “Vamos reorganizar os diretórios regionais e escolher as bandeiras que o partido vai priorizar, como a da agricultura”, revelou Amin.
Um provável candidato em 2018
Ao falar das eleições de 2018, para o governo de Santa Catarina, Esperidião Amin ressalta que o PP precisa estar qualificado para a disputa eleitoral, compondo a majoritária. Nesse sentido, ele não negou a possibilidade de concorrer a governador. “Se eu defendo isso (presença do PP na majoritária) eu não posso negar fogo. Estamos todos em um projeto coletivo e eu também”, afirmou Amin.
O emporcalhamento da política brasileira
Ao falar da situação da política nacional e dos escândalos de corrupção, o deputado federal afirma que houve um emporcalhamento da política brasileira. “Mas o Brasil vai melhorar depois disso tudo e o PP será mais respeitado, pois temos moral para dizer ao povo que merecemos confiança”, acredita.
Sobre o envolvimento de alguns membros do partido no escândalo do Petrolão, Amin justifica que essas pessoas foram envolvidas no esquema, mas não articularam nada, como é caso de outros partidos que estiveram diretamente envolvidos na montagem do esquema. “Tem o pecador que embarca e o pecador que monta o navio e pilota. Quem montou o navio não foi o PP. Gente do PP se sujou, mas não quer dizer que tenha organizado o esquema”, argumenta.
O Fiat Elba de Dilma
Para Amin, ainda não existem motivos suficientes para o impeachment de Dilma. “O impeachment está na Ordem do Dia pela nossa insatisfação, revolta com a crise, mas enquanto não se descobrir a ocorrência de uma irregularidade que compromete este mandato dela do ponto de vista jurídico, temos que aturar, não há fundamento jurídico para cassação ainda”, afirmou.
Segundo ele, no caso do Impeachment do Collor foi descoberto um fato concreto que foi a Fiat Elba, e agora, com Dilma, é preciso respeitar as instituições de poder e comprovar juridicamente os crimes contra o estado. “É preciso achar a Fiat Elba de Dilma, e olha que tem muitas por ai. Se comprovarem o dinheiro vindo do exterior para a campanha, não vai segurar nem o mandato de Dilma e nem de Temer, pega a chapa pois todos se elegeram com esses recursos”, explica. “E não tenho problema nenhum de apoiar a cassação de Dilma frente a um fato jurídico”, completou.
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