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Análise na capital

Data 03/06/2013 às 08:00
Justiça quer saber se ossada encontrada em cova clandestina tem relação com crime
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Por determinação do juiz Jeferson Osvaldo Vieira, os ossos encontrados em cova clandestina do cemitério de Concórdia serão periciados em Florianópolis.

Conforme os primeiros exames realizados em Concórdia, os ossos são de uma pessoa adulta. Ainda segundo informações do IGP, trata-se de vários ossos, entre eles um pertencente à perna direita, sendo o que faz ligamento entre o joelho e o pé chamado de tíbia e também do pé e parte do joelho.

A justiça quer esclarecer agora que se os ossos podem ser de Leonir Baratto, assassinado em 2009.

Na decisão, o juiz pontua que, "em homenagem ao princípio da verdade real, é viável a realização da perícia requerida pelo Ministério Público"..."e, por conseguinte, determino que o posto do IML de Concórdia remeta material da ossada (tecidos e ossos) - encontrada neste município sem identificação - ao Instituto de Análises Forenses (DNA) de Florianopólis-SC, bem como autorizo a coleta de material genético (sangue) de Laurindo Paulo Baratto (irmão da vítima), o qual se comprometeu em comparecer no referido órgão para fornecimento do material, a fim de que seja realizada a perícia e sejam respondidos os quesitos formulados pelo Ministério Público". O magistrado fixa o prazo de cinco dias para cumprimento das diligências, uma vez que se trata de ação penal com réu preso.

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