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Aumento do mínimo não agrada aposentados

Data 07/01/2014 às 09:13
Categoria quer reposição das perdas verificadas nos últimos anos.
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Está em vigor desde do último dia primeiro o novo valor do salário mínimo. Até o dia 31 de dezembro, o trabalhador tinha como piso o salário de R$ 678. Com o aumento de 6,78%, o novo valor passou a ser de R$ 724. O percentual é relativo ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Além dos trabalhadores assalariados, o novo valor também vai beneficiar cerca de 20 mil idosos e aposentados de Concórdia.

O presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Concórdia, Asaprev, Augustinho Schiochet, diz que esse aumento ficou aquém da necessidade da categoria. Diz que a defasagem salarial de quem está aposentado para quem está na ativa ainda é grande, em torno de 80%. Por outro lado reconhece que o percentual concedido para quem ganha o mínimo foi razoável. Observa que para quem ganha acima desse valor, o índice foi pouco, em torno dos 5%. 

Para Schiochet o objetivo da categoria é repôr as perdas verificadas nos últimos anos. Diz que o principal objetivo é a paridade salarial, em que o mesmo aumento dado para quem está na ativa seja concedido para quem está aposentado, isso com o que não foi dado nos últimos anos. Schiochet diz que uma pessoa que, há doze anos, se aposentou com doze salários mínimos, hoje está ganhando bem menos. Observa que muitos aposentados, com problemas de saúde, perderam o poder aquisitivo e estão com dificuldades para ter acesso aos medicamentos.
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