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Bancários aprovam greve

Data 13/09/2013 às 07:19
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Mais uma vez a greve deve ser o caminho para defender melhores condições de trabalho e atendimento. Em assembleia realizada na noite da quinta-feira (12), a base do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região aprovou, por unanimidade, a rejeição da proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a maioria também aprovou a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de 23 de setembro, caso uma nova proposta que atenda as reivindicações não seja apresentada aos bancários.

A paralisação foi aprovada por 81% dos bancários, 2% rejeitaram e a abstenção foi de 17%.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Luiz Junior Gubert, destaca que diante da falta de disposição dos banqueiros em negociar, a greve acaba sendo a última alternativa. Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste de 6,1%, reposição inferior a própria inflação do período que é de 6,6%. A categoria também não obteve avanços nas cláusulas de saúde e emprego. "Esperamos que os banqueiros ainda apresentem uma nova proposta, caso não ocorra a greve será novamente o caminho para defender a categoria", afirma Gubert.


 Confira as principais reivindicações dos bancários

> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real mais inflação projetada de 6,6%)

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.

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