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Braatz pega 26 anos

Data 04/05/2013 às 07:53
Réu foi julgado por dois homícidios cometidos em Irani em novembro
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O Tribunal Popular do Júri condenou Ismael Paulo Braatz a 26 anos de prisão em regime fechado. Ele era acusado das mortes de Alfredo Campagna e Gilberto Braatz. O crime foi praticado na madrugada do dia 30 de novembro de 2012, no bairro Santo Marcon, em Irani. Uma discussão envolvendo a ex-mulher do acusado, após a saída de uma boate motivou o duplo homicídio.

Gilberto foi morto com um tiro de espingarda e atingido por vários golpes de facão. Alberto também foi morto com golpes de facão. Depois de matá-lo, Ismael ainda colocou um aparelho de celular dentro da boca da vítima referindo-se a supostas ligações anteriores realizadas pela vítima à ex-esposa do acusado. A sessão de julgamento que durou mais de oito horas foi realizada, ontem (03/05), no Fórum da Comarca de Concórdia.

Com relação a morte de Gilberto, sobrinho, de Ismael, os jurados reconheceram que o crime foi cometido por motivo torpe e com surpresa, uma vez que ele foi morto dentro do banheiro da casa onde morava. Já no caso de Alberto, contribuíram para aumentar a pena, o motivo fútil e a dissimulação.

No entanto, assim como as qualificadoras, o júri também considerou que as duas vítimas contribuíram para o crime. Gilberto porque quebrou o carro de Ismael e Alberto por provocar o réu afirmando que teria um caso com a ex-companheira do mesmo. Pela morte do sobrinho, o réu foi condenado a 12 anos. No caso de Alberto, a pena pelo crime foi de 14 anos.

Os advogados de defesa de Ismael, Álvaro Alexandre Xavier e Marco Aurélio, afirmaram que vão recorrer da sentença na próxima semana. O júri foi presidido pelo juiz Jeferson Osvaldo Vieira e o promotor do Ministério Público foi Alessandro Argenta.

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