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Brucelose: Presidente da Cidasc afirma quesituação é controlada

Data 09/11/2016 às 11:37
Menos de 1% do rebanho catarinense é afetado e intenção é erradicar a doença
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Os recentes casos de brucelose nos rebanhos da região têm preocupado produtores. Em contato com o Presidente da Cidasc, Enori Barbieri, ele informou que os casos registrados em Santa Catarina não são preocupantes e correspondem a menos de 1% do rebanho catarinense. Barbieri explica que os abates são a forma de controle que a Cidasc adota já que Santa Catarina é o único estado brasileiro que não utiliza a vacina AB 19 nos animais. “O órgão internacional responsável diz que os locais em que menos de 1% do rebanho é afetado não precisa de vacina, apenas controle”, esclarece Barbieri. 


O presidente afirma que todos os meses são registrados casos de brucelose em Santa Catarina e que os abates aumentaram em função de que nos últimos meses se tornou possível detectar a brucelose através do leite, um método mais fácil de rápido. 


Barbieri avalia que hoje o principal problema no estado são os produtores que inserem novos animais no rebanho sem realizar os exames adequados. “Hoje temos no estado 420 veterinários habilitados pelo Minsitério da Agricultura para realizar o exame de brucelose e os produtores precisam fazer essa prevenção”, diz.


Em um cenário geral, Barbieri garante que a situação está controlada. “É uma doença normal, mas estamos trabalhando para erradicar ela. A brucelose é causada por uma bactéria e se erradicamos a febre aftosa, que causada por um vírus, esta será mais fácil”, disse Barbieri. 

 

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