Antigas
Casep no limite
O coordenador da Ong Betânia, responsável pela administração do Casep, antigo Centro de Internamento Provisório reconhece que o local não tem a segurança necessária para manter os adolescentes cumprindo as medidas sócio-educativas determinadas pelo judiciário. Ismael Batista reitera que apenas dois monitores fazer o trabalho e não podem utilizar qualquer tipo de arma ou algo do gênero. Nesse final de semana novamente cinco adolescentes fugiram do local depois de render os monitores que estavam realizando a segurança do local.
Um dos monitores contou que houve luta corporal, porém não conseguiu evitar a fuga dos cinco adolescentes. Os dois monitores ficaram fechados em uma cela até a chegada da Polícia Militar por volta das 16h. Os menores fugiram a pé e ainda não foram localizados, apesar das buscas realizadas na região. De acordo com as informações, os menores estavam armados com uma espécie de "estaca".
Uma das monitoras também estava grávida, segundo as informações levantadas. A direção da Ong/Betânia pretende agora realizar uma sindicância interna para apurar a nova fuga. Entretanto, a regularização da situação depende de investimentos por parte do Governo do Estado. Batista reitera que seria necessário mais segurança no local e investimentos para ampliar a estrutura e garantir a manutenção dos menores na estrutura.
Rotina
Essa não foi à primeira fuga registrada nesse ano no CASEP, antigo CIP em Concórdia. Há alguns anos o problema vem se arrastando. A antiga entidade que administrava o CIP foi afastada e mesmo sob a nova direção a rotina de fuga não cessa. Nos últimos 12 meses, foram duas fugas em massa de adolescentes, após a rendição dos monitores.
Um dos monitores contou que houve luta corporal, porém não conseguiu evitar a fuga dos cinco adolescentes. Os dois monitores ficaram fechados em uma cela até a chegada da Polícia Militar por volta das 16h. Os menores fugiram a pé e ainda não foram localizados, apesar das buscas realizadas na região. De acordo com as informações, os menores estavam armados com uma espécie de "estaca".
Uma das monitoras também estava grávida, segundo as informações levantadas. A direção da Ong/Betânia pretende agora realizar uma sindicância interna para apurar a nova fuga. Entretanto, a regularização da situação depende de investimentos por parte do Governo do Estado. Batista reitera que seria necessário mais segurança no local e investimentos para ampliar a estrutura e garantir a manutenção dos menores na estrutura.
Rotina
Essa não foi à primeira fuga registrada nesse ano no CASEP, antigo CIP em Concórdia. Há alguns anos o problema vem se arrastando. A antiga entidade que administrava o CIP foi afastada e mesmo sob a nova direção a rotina de fuga não cessa. Nos últimos 12 meses, foram duas fugas em massa de adolescentes, após a rendição dos monitores.
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