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Caso da Mega-Sena termina em acordo em Joaçaba

Data 26/02/2014 às 18:34
Advogados de Altamir da Igreja e Flávio Biássi costuram acordo que coloca fim a um impasse judicial que durava seis anos.
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O caso da Mega-Sena, que projetou Joaçaba nacionalmente em razão da disputa do prêmio entre patrão e empregado, chegou ao fim depois de longos e intermináveis capítulos que duraram cerca de 6 anos. Depois de esgotar praticamente todas as possibilidades jurídicas nas estâncias do Poder Judiciário Brasileiro, os advogados de Altamir da Igreja e Flávio Biássi conseguiram costurar um acordo milionário. O acordo ganhou corpo nos últimos dias conforme antecipado de forma exclusiva pela Rádio Catarinense na semana que passou. A disputa judicial teve início ainda em 2007 logo após o sorteio que destinou R$ 27 milhões para o cartão que estava em poder de Altamir da Igreja. O empregado, Flávio Biássi, reuniu provas e conseguiu provar na Justiça que forneceu os números para a aposta premiada. Em todas as decisões os magistrados decidiram pela divisão e o último desdobramento seria o julgamento de um recurso no STJ. Antes mesmo do resultado deste recurso as partes decidiram colocar um fim na história e decidiram pela divisão em partes iguais.

O valor que estava bloqueado numa conta poupança da Caixa Econômica Federal de Joaçaba chega a casa dos R$ 42 milhões, em razão dos índices de correção aplicados ao longo de 6 anos. A notícia do acordo foi confirmada a Rádio Catarinense na tarde desta quarta-feira (26) pelo Juiz Edemar Gruber que esteve na Caixa Econômica Federal providenciando a liberação dos valores para Altamir e Flávio.O acordo foi firmado pelo Juiz Edemar Gruber. De acordo com ele o início das tratativas aconteceu ainda em dezembro através de um pedido do advogado que representa Altamir da Igreja. Não cabe mais nenhum recurso.O processo foi complexo e envolveu um volume de mais de mil páginas.
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