Antigas
Caso Maltauro: Streit novamente no banco dos réus
Ronei Streit acusado de participar do assassinato do agricultor Imídio Maltauro, em Barra do Tigre, interior de Concórdia, vai ser submetido a novo júri popular. A Justiça da Comarca marcou a sessão para o dia 16 de maio, a partir das 13h. No primeiro júri Streit foi absolvido. Ele é acusado de desferir os tiros contra a vítima.
O advogado Osmar Colpani defendeu a tese de que seu cliente cometeu um "crime impossível", já que o exame cadavérico apontou que a morte de Maltauro foi provocada por traumatismo craniano. Nesse caso, o acusado teria atirado contra um corpo sem vida. Ivonei Fischer e Rafael Gaertner também foram absolvidos na época.
Através de um recurso ingressado pelo Ministério Público de Concórdia, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu anular o resultado do Júri de Ronei.
Sentença
Não havendo irregularidades a serem sanadas, declaro o processo preparado para julgamento pelo Tribunal do Júri, e determino a inclusão do processo na pauta do mês de maio. Designo o dia 16 de abril de 2014, às 13h30min, para sorteio dos jurados que irão servir na sessão. Intimem-se o representante do Ministério Público e o representante da Ordem dos Advogados do Brasil para acompanhar o sorteio, conforme determina o artigo 432 do Código de Processo Penal. Designo o dia 16 de maio de 2014, às 13 horas, para a sessão do Tribunal do Júri.
O crime:
O agricultor Emídio Maltauro, 41 anos, foi assinado no dia 3 de janeiro de 2010, em Barra do Tigre, distante 25 quilômetros do centro de Concórdia. Homens encapuzados invadiram a casa e executaram a vítima no quarto, enquanto dormia com o filho de 11 anos que presenciou o homicídio. O crime foi praticado por volta das 3h30 da madrugada.
Claudemir Borstel acusado de desferir os golpes de barra de ferro na vítima, foi condenado a 21 anos, um mês e 10 dias de prisão em regime fechado, por duas tentativas de homicídio e homicídio qualificado, sendo este absolvido da acusação de corrupção de menores.
Sirlei Boiani, acusada de arquitetar o crime, também recebeu a mesma pena de 21 anos, um mês e 10 dias. Ela responde por homicídio privilegiado, por ter sido agredida pela vítima e duas tentativas de homicídio privilegiado.
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