Cidasc atenta para doença em cavalos
As barreiras sanitárias de Santa Catarina estão atentas para uma doença chamada Mormo, que atinge os cavalos e também pode ser transmitida a humanos. A doença tem se espalhado pelo Rio Grande do Sul e também foi registrada em Santa Catarina e em função disso a fiscalização foi acirrada, ocorrendo até o cancelamento de eventos.
De acordo com o gerente Regional da Cidasc em Concórdia, Eduardo Michelon, para que o equino entre no estado ou para que os eventos com cavalos sejam liberados é preciso apresentar um exame negativo do animal. “Para prevenir que a doença se espalhe e também na tentativa de erradicar o mormo estamos fiscalizando arduamente todas as fronteiras e eventos no estado”, afirmou Michelon.
O gerente regional informa ainda que os animais contaminados precisam ser sacrificados, o que também pode trazer prejuízos financeiros, já que um cavalo tem um valor elevado, acima de R$ 15 mil.
Michelon também orienta que os criadores participem apenas de eventos liberados pela Cidasc, onde exista um veterinário como responsável técnico. Também pede que a população ajude a fiscalizar esta questão para evitar maiores prejuízos para o setor agropecuário em Santa Catarina.