Antigas
Cinco anos da tragédia da TAM com morte de concordiense
Cinco anos depois da tragédia que matou 199 pessoas, nenhum dos denunciados pelo acidente com o Airbus A320 da TAM foi julgado. Enquanto o local exato do impacto foi transformado em uma praça e o aeroporto sofreu mudanças pontuais em rotinas da operação, parentes das vítimas ainda aguardam a conclusão do processo.
As causas do acidente foram investigadas pela Polícia Civil, a Polícia Federal (PF) e pelo Cenipa. Apesar de a Polícia Civil ter apontado 11 responsáveis pela tragédia, o relatório final da PF enviado à 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo não trouxe nenhum indiciamento. Ele aponta que o acidente teria sido causado por erro dos pilotos.
No momento do acidente, chovia e o A320 da TAM, estava com um de seus reversos (parte de seu sistema de freio) desativado. Os pilotos não conseguiram parar o Airbus, que atravessou a pista e foi bater em um prédio do outro lado da Avenida Washington Luís. A pista do aeroporto havia sido reformada e liberada havia 20 dias sem o grooving - ranhuras feitas para ajudar a frear os aviões.
A concordiense Cássia Negretto, comissária de bordo do voo, também morreu na tragédia. O corpo foi sepultado no cemitério municipal de Concórdia. Cássia Negretto embarcou para São Paulo no vôo 3054 para realizar um treinamento em outros 13 comissários da empresa. Os alunos também estavam no Airbus. Segundo seus amigos, era alegre e extremamente dedicada ao trabalho. Nascida em Santa Catarina, era solteira e vivia na cidade de São Paulo.
As causas do acidente foram investigadas pela Polícia Civil, a Polícia Federal (PF) e pelo Cenipa. Apesar de a Polícia Civil ter apontado 11 responsáveis pela tragédia, o relatório final da PF enviado à 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo não trouxe nenhum indiciamento. Ele aponta que o acidente teria sido causado por erro dos pilotos.
No momento do acidente, chovia e o A320 da TAM, estava com um de seus reversos (parte de seu sistema de freio) desativado. Os pilotos não conseguiram parar o Airbus, que atravessou a pista e foi bater em um prédio do outro lado da Avenida Washington Luís. A pista do aeroporto havia sido reformada e liberada havia 20 dias sem o grooving - ranhuras feitas para ajudar a frear os aviões.
A concordiense Cássia Negretto, comissária de bordo do voo, também morreu na tragédia. O corpo foi sepultado no cemitério municipal de Concórdia. Cássia Negretto embarcou para São Paulo no vôo 3054 para realizar um treinamento em outros 13 comissários da empresa. Os alunos também estavam no Airbus. Segundo seus amigos, era alegre e extremamente dedicada ao trabalho. Nascida em Santa Catarina, era solteira e vivia na cidade de São Paulo.
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