CMDS encaminha elaboração de Plano Diretor do entorno do Lago
O principal assunto na pauta da reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável, realizada ontem, foi o encaminhamento do termo de referenciamento para a elaboração do Plano Diretor do Entorno do Lago. Segundo vice-prefeito e presidente do Conselho, Neuri Santhier, o documento deve estar pronto dentro de alguns dias para que no dia 15 de junho possa ser lançado o edital de licitação para contratação da empresa que realizará o estudo e planejamento.
“Nós queremos com esse estudo fazer algo bem planejado, já que o nosso objetivo é dar condições para que se possa trabalhar os potenciais econômicos, turísticos e sociais em torno do lago e poder explorar essas áreas de forma legalizada”, afirmou Santhier.
Num primeiro momento o estudo vai ocorrer somente na região de Concórdia. Santhier comenta que foi realizado contato com Amulbi e os municípios lindeiros da Barragem para a criação de um plano integrado, porém, para agilizar o processo as lideranças preferiram realizar este projeto sozinhos num primeiro momento. “Até por que nós não temos hoje muitos exemplo país a fora de plano diretor em torno do lago. Nós sabemos sim é que estamos perdendo um potencial muito grande de não poder explorar essas áreas de forma legalizada”, pontua Santhier.
O vereador Vilmar Comassetto, que está acompanhando este projeto desde o início, disse que a decisão do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável (CMDS) de aprovar a elaboração do Plano Diretor para ordenar a ocupação do entorno do Lago da Usina Hidrelétrica de Itá é um passo importante para no futuro dar segurança jurídica a quem deseja investir na região A manifestação aconteceu durante reunião do CMDS, nesta terça-feira, 02, na prefeitura de Concórdia, quando o assunto foi debatido.
O vereador falou aos conselheiros sobre as experiências de ocupação da entorno do lago que são realizadas em outros municípios. Comassetto defende a necessidade da criação do Plano Diretor desde março de 2013, quando encaminhou a primeira proposta em plenário. “Atualmente, muitos empreendimentos estão deixando de ser instalados na região do lago por falta de segurança jurídica”, destacou ele.