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Com partidos divididos uma eleição de pessoas em Concórdia

Data 13/07/2016 às 09:15
O partido é o que menos importa nesta hora
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A cada dia a eleição de 2016, em Concórdia vai se construindo de uma forma diferente de todas as últimas.

O primeiro item da disputa, a configuração de três chapas competitivas indica um quadrante diverso e amplo. Por mais que entusiastas das candidaturas digam isto ou aquilo, no fundo, estamos diante de uma disputa a ser resolvida no detalhe.

Trata-se de uma campanha sem espaço para salto alto, o já ganhou tem força para jogar qualquer uma das chapas para o terceiro lugar. Assim como o trabalho e o comprometimento dos candidatos e, sobretudo, da militância podem transformar fraqueza em força.

Não há santos na disputa, e nem haveria a necessidade de ter, o quadrante de potencial e rejeição estão em todos, uns mais outros menos. Neste caso, observo com mais cautela a rejeição, que neste momento importa mais que o potencial de votos. Os números são diversos a depender de quem contratou a “pesquisa”. Logo, jogo aberto, também neste item. Uma vez que o que agrada para o meu gosto e preferências, pode não representar o mesmo para você que está lendo este texto e fazendo, também análises e conclusões.

Pelo que observo nos bastidores, nem mesmo os partidos estão completamente convencidos de suas escolhas, em todos há quem defenda a tese que foi melhor escolha, assim como tem aqueles que dizem que a escolha deveria ter sido outra. Ou seja, se nem os partidos estão convencidos, imaginem o que sobra para os eleitores. Já ouvi, inclusive que o melhor seria a possibilidade de votar para prefeito e vice de chapas separadas - não é o caso a legislação eleitoral não permite esta possibilidade.

O mais certo é que a eleição está aberta, desafiadora para partidos, candidatos e estrategistas. Os exemplos de ontem, talvez não sirvam para hoje. Critérios de votos podem ter mudado no andar da carruagem. Dados e fatos, posições e posicionamentos, escolhas e caminhos tomados por cada um dos candidatos ao longo de suas carreiras vão fazer uma enorme diferença nesta eleição.

Da Coluna no Diário do Oeste

 

A política é arte de quem está dentro quer ficar e quem está fora quer entrar”

Por mais desgastante que possa parecer, a política parece “apaixonar” seguidores. Na região da Amauc, pelo menos até agora, apenas um prefeito manifestou oficialmente que não vai concorrer à reeleição – o prefeito de Piratuba Claudirlei Dorini (PMDB). Em contra partida quem já esteve demostra interesse em voltar – é o caso de Ledavina Tezori (PSD), em Peritiba; Adelaide Salvador (PSD) em Irani; Ademir Miotto (PMDB), em Presidente Castello Branco e Nevio Mortari (PSD), em Paial para citar alguns.


Vários vices na disputa pelo cargo de prefeito

Além daqueles que querem voltar e os prefeitos que vão a reeleição, tem ainda os casos dos vices que querem ficar prefeitos. Neuri Santhier (PT), Concórdia; Jairo Sartoretto (PMDB), em Itá; Marcelo Morche (PMDB), em Arabutã; Volnei Schmidt (PMDB), em Ipumirim; Mauri Lenhardt (PMDB) em Piratuba para citar alguns. Logo, “A política é arte de quem está dentro quer ficar e quem está fora quer entrar”.

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