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Confira algumas novidades da Tecnoeste

Data 19/02/2016 às 15:34
A suinocultura e bovino cultura de leite apresentaram propostas com objetivo de melhorar produtividade
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Os responsáveis pela  suinocultura e bovinocultura de leite do Tecnoeste 2016, Arlan Lorenzetti e Flávio Durante, respectivamente, elencaram as principais inovações que estão sendo apresentadas em cada setor. Ambas as atividades apresnetam propostas sustentáveis com o objetivo de aumentar o rendimento da propriedade e garantir mais qualidade de via para os produtores e suas famílias. 


A fêmea de quarto sitio é uma das inovações genéticas apresentadas para o setor da suinocultura. De agordo com Lorenzetti, são feitas inseminações artificiais nessas fêmeas depoi o animal é vendido a partir dos 40 dias de gestação. “Isso vai ajudar a melhorar os índices de produtividade e o número de parto por fêmea ao ano”, explica. 


O Tecnoeste também contou com um galpão climatizado para suínos. O ambiente foi construído de acordo com o conceito ideal de bem estar animal, com climatização, baias coletivas, minibox com máquina de arraçoamento automático. 


Lorenzetti destacou ainda as ferramentas de gestão para suinocultura, que ajudam o produtor a ter uma visão macro da produção através de fornecimento de dados. Este controle permite identificar os gargalos para aumentar a produtividade.

 

Bovinocultura de Leite


Na bovinocultura de leite, o coordenador Flávio Durante destacou a seleção de pastagem. “O produtor pode conhecer os materiais e todos eles estão com análise bromatológica com os teores de proteínas, energia, matéria seca, entre outros índices de qualidade“, disse Durante. “O modelo da produção de leite da nossa região é baseado em pastagens, por isso é de suma importância que o produtor tenha em sua propriedade boas áreas de pastagens bem manejadas e adubadas para os animais para que se posso ter alta produtividade e o custo de produção baixo”, completa. 


Durante destacou um trabalho de melhoramento genético que a Copérdia iniciou no ano passado. Segundo ele foram coletadas amostras de DNA de 700 animais da região e as mesmas foram enviadas para análise nos Estados Unidos. As informações foram utilizadas para mapear o que o rebanho possui de genética positiva, oq tem de favorável e o que tem de negativo. “A partir disso elencamos uma série de touros e formamos um catalogo onde o produtor vai poder utilizar o sêmen para corrigir as deficiências que o rebanho possui”, esclarece. 

 

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