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Conversas entre PT e PMDB voltam ao tabuleiro da eleição

Data 10/03/2016 às 10:16
Fontes palacianas indicam que “o cabeça da chapa” pode ser apenas uma questão de detalhes
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Bastidores da eleição em Concórdia estão cada vez mais intensos. Nunca na história política da Capital do Trabalho se “namorou” tanto. Logo haverá fim de namoro, casamentos e, possivelmente algumas traições. Como todos sabemos, a politica é um jogo, as vezes se aproximando do xadrez, onde se busca o xeque-mate: ataque decisivo ao rei, peça mais importante do jogo de xadrez, em que não há nenhuma possibilidade de fuga ou defesa, o que implica o término da partida com a consequente derrota do jogador atacado.

Ainda em 2015, para ser mais específico, no dia 10 de setembro, publiquei aqui na Aliança, comentário indicando que o “PT e PMDB nunca estiveram tão juntos por Concórdia”, apresentando indicativos que apontavam para um amadurecimento das grandes lideranças dos partidos. O cenário da época era uma audiência com o governador, Raimundo Colombo, em Florianópolis. O prefeito João Girardi (PT), o secretário de Urbanismo e Obras, Mauri Maran (PT), o secretário de Desenvolvimento Regional, Fabio Ferri (PMDB) e os deputados Neodi Saretta (PT) e Moacir Sopelsa (PMDB), na condição de secretário de Agricultura e da Pesca, estiveram juntos em audiências em Florianópolis.

Por uma questão de destino, estava em Florianópolis e participei da audiência no gabinete de Colombo. Foi quando percebi que a relação entre as lideranças de PT e PMDB não era a mesma de outros tempos. O cenário indicava que todos perceberam que o revanchismo, não leva a nada, senão ao fracasso.

De lá para cá, algumas situações avançaram, outras nem tanto. O certo é que a relação entre a Prefeitura que é comandada pelo PT e a Agência Regional, comandada pelo PMDB tiveram uma harmoniosa relação. Há quem diga que o maior ponto de divergência entre PT e PMDB estava nas posições do vereador, Edilson Massocco o maior crítico do PT na Câmara. O fato do vereador Massocco estar deixando o PMDB pode ser a senha para que PT e PMDB fechem a parceria, ou não?

Soma-se a isto, o fato de que tanto o PMDB quanto o PT demostram interesse em compor e, segundo fontes palacianas, “o cabeça da chapa” pode ser apenas uma questão de detalhes.

 

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