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CPI ouve as empresas

Data 20/08/2013 às 12:00
Próximo passo da Comissão Parlamentar de Inquérito será de ouvir
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Acontece no dia de hoje a tomada de depoimento dos representantes das operadores TIM e Claro, dentro da Comissão Parlamentar de Inquérito, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina./ A CPI está investigando a precariedade nos serviços de telefonia móvel no estado. A reunião acontece às 17h30, na sala de comissões da Alesc. As empresas são as últimas a serem ouvidas, antes da próxima etapa na tomada de depoimentos.

Em entrevista ao jornalismo da Rádio Aliança, o deputado estadual, Moacir Sopelsa, do PMDB concordiense, relator do processo disse que já foram ouvidos o Ministério Público estadual, o Procon, sindicatos das empresas e dos trabalhadores em telefonia e a operadora Vivo. Sopelsa reforça que as empresas alegam dificuldades burocráticas para a liberação de licenças ambientais junto a Fatma para a colocação de novas antenas, cujo processo estaria demorando cerca de dois anos. Por outro lado, o parlamentar aponta que o problema maior está na Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, que libera a concessão do serviço no país. Ele diz que a empresa não estaria realizando o trabalho de fiscalização para averiguar o serviço prestado pelas operadoras. Diz que só de Santa Catarina, o órgão recebeu cerca de R$ 30 bilhões nos últimos anos, referentes a taxa de adesão de novas linhas e a anualidade pala manutenção do serviço. Sobre a Fatma, Sopelsa diz que será possível adequar o órgão aos pedidos das empresas de telefonia, no que se refere a liberação de Licenças Ambientais.

A próxima etapa da CPI será de ouvir os representantes da Anatel e da Fatma.
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