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CUT/SC demonstra preocupação com a Lei da Terceirização

Data 16/04/2015 às 06:00
Presidente da entidade, Neudi Giachini, falou na Rádio Aliança sobre o assunto.
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Foto: Arquivo.
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Entidades sindicais, ligadas aos trabalhadores, estão se mobilizando para que o Projeto de Lei 4.330, conhecida como a Lei das Terceirizações traga o menor impacto possível. A proposta está tramitando no Congresso Nacional e teve nos últimos dias um avanço nas comissões para ser aprovado, na Câmara dos Deputados. Antes de ser colocado em prática, a matéria precisa passar pelo crivo do Senado e ser sancionada pela Presidente Dilma Rousseff.

Dentre as determinações do texto, está a que permite que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas à outras empresas como, por exemplo, a limpeza e manutenção de máquinas.

Em entrevista ao Jornalismo da Rádio Aliança, o presidente da Central Única dos Trabalhadores, a CUT/SC, Neudi Giachini, demonstra preocupação com alguns pontos. Ele diz que essa prática vem retirar alguns direitos dos trabalhadores.

Giachini destaca o que muda na relação empresas e trabalhadores com esse Projeto de Lei. Completa que existem 12 milhões de pessoas que já atuam como terceirizados, na função de seguranças, vigilantes e serviços de limpeza e conservação. Agora, a nova proposta libera todas as atividades fim para a terceirização. Ele questiona a responsabilidade pelo trabalhador, "será da empresa contratante ou a contratada?".

A CUT/SC diz que está realizando um trabalho de panfletagem e orientação aos trabalhadores sobre a Lei da Terceirização, que está tramitando no Congresso Nacional.

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