Nuvem
Antigas

Deputados votam neste domingo Impeachment da presidente Dilma

Data 17/04/2016 às 11:28
Esta é a segunda votação de impedimento desde a redemocratização. Fernando Collor foi derrotado pelo plenário em 1992
Imagem
Agência RBS
Compartilhe: Whatsapp Facebook

A Câmara dos Deputados vota neste domingo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, 68 anos, eleita, em outubro de 2014, para seu segundo mandato. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001, economista de formação, Dilma é alvo de pedido de afastamento que tem por base as pedaladas fiscais (manobras contábeis) e decretos orçamentários do ano passado.

Conforme a mais recente pesquisa Ibope, a forma de governar da presidente, acossada por crises política e econômica e pela Operação Lava-Jato, é desaprovada por 82% dos brasileiros. Se perder na Câmara, Dilma será processada pelo Senado. A votação é a segunda de um impedimento desde a redemocratização. Fernando Collor foi derrotado pelo plenário da Casa em 1992.

Conforme o Placar do Impeachment do jornal O Estado de S. Paulo, a oposição à presidente contabilizava no sábado, pelo menos 350 votos favoráveis ao impeachment, oito a mais do que o mínimo necessário (342, de um total de 513). Os levantamentos de outros dois jornais também apontam situação complicada para Dilma na Câmara. O jornal O Globo somou 348 votos pró-impeachment e outros 127 deputados pró-governo. Já a Folha de S.Paulo mostra a oposição com 347 parlamentares e os governistas com 130 apoios. 

Portanto, se esses deputados mantiverem a decisão de apoiar o afastamento, Dilma será derrotada neste domingo, na Câmara e a crise política deverá se agravar ainda mais se o Senado postergar o processo. A presidente, porém, ainda ficará no cargo até o caso seja votado por senadores, que decidirão se a Casa abre ou não o processo de impeachment. 

Caso Dilma vença por uma margem pequena, a turbulência também deverá permanecer. O Palácio do Planalto trabalhava intensamente nesse sábado para reverter o cenário desfavorável, com envolvimento direto de Dilma, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor dela na Presidência, e de um time de ministros, governadores e líderes partidários.O vice-presidente Michel Temer (PMDB) também passou o sábado reunido com aliados em busca de apoios nesta reta final. 

A Câmara dos Deputados vota neste domingo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, 68 anos, eleita, em outubro de 2014, para seu segundo mandato. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001, economista de formação, Dilma é alvo de pedido de afastamento que tem por base as pedaladas fiscais (manobras contábeis) e decretos orçamentários do ano passado.

Conforme a mais recente pesquisa Ibope, a forma de governar da presidente, acossada por crises política e econômica e pela Operação Lava-Jato, é desaprovada por 82% dos brasileiros. Se perder na Câmara, Dilma será processada pelo Senado. A votação é a segunda de um impedimento desde a redemocratização. Fernando Collor foi derrotado pelo plenário da Casa em 1992.

Conforme o Placar do Impeachment do jornal O Estado de S. Paulo, a oposição à presidente contabilizava no sábado, pelo menos 350 votos favoráveis ao impeachment, oito a mais do que o mínimo necessário (342, de um total de 513). Os levantamentos de outros dois jornais também apontam situação complicada para Dilma na Câmara. O jornal O Globo somou 348 votos pró-impeachment e outros 127 deputados pró-governo. Já a Folha de S.Paulo mostra a oposição com 347 parlamentares e os governistas com 130 apoios. 

Portanto, se esses deputados mantiverem a decisão de apoiar o afastamento, Dilma será derrotada neste domingo, na Câmara e a crise política deverá se agravar ainda mais se o Senado postergar o processo. A presidente, porém, ainda ficará no cargo até o caso seja votado por senadores, que decidirão se a Casa abre ou não o processo de impeachment. 

Caso Dilma vença por uma margem pequena, a turbulência também deverá permanecer. O Palácio do Planalto trabalhava intensamente nesse sábado para reverter o cenário desfavorável, com envolvimento direto de Dilma, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor dela na Presidência, e de um time de ministros, governadores e líderes partidários.O vice-presidente Michel Temer (PMDB) também passou o sábado reunido com aliados em busca de apoios nesta reta final.  

Fonte - Agência RBS 

Enquete
Clima
Tempo em Concórdia-SC
Nuvem
Umidade:
Vento:
Logo Whatsapp