Dilma governa mal e manda a conta para o povo pagar
A presidente Dilma Rousseff delegou aos ministros, do Planejamento, Nelson Barbosa e da Fazenda, Joaquim Levy os anúncios por ela chamado de “remédio amargo”. Em linhas gerais as medidas anunciadas indicam: A suspensão de concursos públicos, economia de gastos na Saúde e o congelamento de reajuste para servidores. O objetivo do governo é economizar R$ 26 bilhões dos cofres da União. Além disso, o Planalto quer recriar a CPMF.
A volta da CPMF é um golpe no bolso da população. O imposto já valeu no passado, com a justificativa de melhorar o atendimento à saúde da população – aliás “era”, na verdade os recursos arrecadados no passado nunca foram parar na saúde. Agora a justificativa é o pagamento das aposentadorias e pensões.
Ao que me parece a Dilma vive noutro país, pelo menos os discursos dela, invariavelmente sem noção nenhuma é que me indicam isto. Com as medidas de ontem, a presidente rasga o que restou do discurso de campanha.
O que mais impressiona nisto tudo é que a presidente não faz a parte do governo. Cadê o corte dos ministérios? A presidente precisa se conscientizar que primeiro é preciso dar o exemplo, cortar os gastos públicos e economizar nas ações de governo.
O povo já está na míngua, com a luz nas alturas, o aumento da gasolina, a inflação refletida no supermercado e nos custos pessoais, etc... e a Dona Dilma não satisfeita, quer de volta a CPMF. Alô, Alô, Dilma aquele abraço, tchau e benção. Apaga a luz e volta pra casa, deu!