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Dois são presos suspeitos de matar concordiense em Florianópolis

Data 21/07/2016 às 12:30
Homem de 25 foi preso em Itajaí e outro, de 32, na capital; há um foragido.
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Dois homens, de 25 e 32 anos, foram presos suspeitos de envolvimento no assassinato do agente penitenciário Misael Baruffi, de 31 anos, ocorrido em junho deste ano em Florianópolis. Segundo a Polícia Civil, o homem mais jovem foi preso em Itajaí e o outro, na capital. Um terceiro suspeito seguia foragido até a noite desta quarta-feira (20).

Baruffi foi morto a poucos metros de casa após ser alvo de 16 tiros na manhã de 12 de junho no bairro Ingleses, no Norte da Ilha, quando a vítima saiu de casa para ir à padaria. Um Palio branco, usado pelos criminosos, foi abandonado no local do crime com o motor ligado. Eles fugiram no carro da vítima, um Clio vermelho, e o abandonaram com a chave na ignição em uma rua próxima à cena do crime.

A prisão do suspeito em Itajaí ocorreu por causa de um mandado de prisão, informou a Polícia Civil. A do homem de 32 anos ocorreu na tarde desta quarta na Praia Mole, na capital.
Além das prisões, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos, na Vargem do Bom Jesus, Norte da Ilha. Foram apreendidos crack e um revólver, de acordo com o delegado responsável pelo caso, Ênio de Oliveira Matos.

Assassinato

Horas antes do crime, segundo a Polícia Civil, os criminosos furtaram o Palio no bairro Capivari de Baixo, nos Ingleses. O corpo do agente foi encontrado ao lado desse veículo.
O automóvel da vítima, o Clio, foi abandonado em outra quadra, a 500 metros de onde foi encontrado o corpo. O delegado esteve no local e ouviu testemunhas, entre elas o dono do Palio.

Pelos vestígios nos veículos, houve uma batida entre os dois carros e, posteriormente, um desentendimento, conforme a Polícia Civil. Na porta do Palio, havia uma marca de tinta vermelha do Clio.

Outra hipótese levantada pela polícia é de que a vítima flagrou o furto do Palio e perseguiu os criminosos. O agente penitenciário teria saído de casa desarmado.
Participaram das prisões policiais da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Itajaí, Delegacia de Repressão a Roubos capital, Diretoria de Inteligência, Central de Investigações do Norte da Ilha, 5ª Delegacia de Polícia da capital e policiais militares do 21º batalhão.

Enterro

O corpo do agente penitenciário foi velado nos Ingleses, depois, seguiu em um comboio formado por viaturas da Guarda Municipal, Polícia Militar e Departamento de Administração Prisional (Deap), até o cemitério do Rio Vermelho, onde foi enterrado no dia seguinte ao crime.
Natural de Concórdia, no Oeste catarinense, o agente penitenciário trabalhava no Presídio Masculino de Florianópolis, no Complexo da Agronômica. Ele deixa a mulher e um filho.

Fonte: G1/SC

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