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Embrapa inicia desenvolvimento do abatedouro móvel
Projeto será encampado por cinco unidades da Embrapa no país e a iniciativa privada.
A construção de um abatedouro móvel foi motivo de reunião na Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia, na última semana. O empreendimento será desenvolvido em parceria com outras quatro unidades da Embrapa, das cidades de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul; Sobral, Ceará; Palmas, Tocantinhs e Bagé, Rio Grande do Sul; mais o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cidasc, Epagri e empresas Engemaq, de Concórdia e Licitão, de Florianópolis.
O engenheiro mecânico da Engemaq, Daniel Luiz Galhart, em entrevista ao jornalismo da Rádio Aliança, destacou que o objetivo é também é evitar a clandestinidade no abate de animais. Diz que o assunto é um problema de saúde pública. Explica que o abatedouro pode ser levado em vários locais, sendo colocado em ponto fixo para a realização do abate, a um custo mais acessível para os produtores, que poderão também processar a própria produção de animais, em uma ou várias propriedades.
Para o engenheiro Daniel Luiz Galhart, o empreendimento será construído para ser transportado por caminhões. Diz que o empreendimento será feito sobre um semi-reboque e atenderia todas as normas de abate da Legislação brasileira. De acordo com ele, o abatedouro móvel será dotado de todos os equipamentos necessários para a realização do serviço, desde a calha de sangria até a inspeção do produto final.
O projeto de desenvolvimento do abatedouro móvel deve contemplar o abate de suínos, aves, coelhos, bovinos, ruminantes e peixes.
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