Empresários de Marcelino Ramos aguardam resposta
Ainda não há previsão para o início dos trabalhos de reparos imediatos na ponte rodoferroviária, que interliga o município gaúcho de Marcelino Ramos com o catarinense de Alto Bela Vista. A Associação Comercial e Industrial de Marcelino Ramos ainda não recebeu nenhum parecer da Justiça Federal determinando o início dos trabalhos. O assunto foi debatido em Audiência, no mês passado, em Erechim. O objetivo foi de discutir de quem é a incumbência para os reparos na ponte. De acordo com informações, a América Latina Logística e o Departamento Nacional de Infraestrutura, o Dnit, teriam reclamado de algumas posições tomadas pela Prefeitura de Marcelino Ramos nessa questão. O assunto, por sua vez, parou na Justiça.
Nesse encontro, ficou definido que a Associação Comercial de Marcelino Ramos iniciaria os reparos com algumas medidas emergenciais. O custo, nesse momento seria de R$ 10 mil. O representante da Associação Comercial e Industrial de Marcelino Ramos, empresário Vandir Mafissoni, fala que a comunidade está aguardando o parecer da Justiça para que os trabalhos sejam iniciados. Ele diz que já houve o tempo estipulado para essa manifestação, mas ela ainda não ocorreu. Explica que os prazos para a tomada de decisão sobre quem iria encabeçar os trabalhos e para apresentação do plano de recuperação da ponte foram respeitados. Dentre eles está a colocação de placas proibindo a circulação de caminhões e a troca de algumas madeiras que fazem parte do assoalho.
Para Mafissoni a situação da ponte rodoferroviária está cada dia pior. Ele frisa que o empreendimento é arcaíco "onde é que já se viu ponte de madeira, com pregos à mostra sendo usada para rodagem com pneumáticos" finaliza.