Engrossou o caldo na Câmara (Opinião, por Douglas Fortes)
Hoje é o dia D para a escolha da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Concórdia para o biênio 2015/2016. Pelas informações palacianas, o caldo pode ter engrossado para o lado do vereador Tchê Mendes (PSD) que evita falar sobre o tema. Neste caso, não falar pode ser uma estratégia interessante, entretanto, também aumenta o universo de dúvidas, e pode dar margem para negociações paralelas. E ao que tudo indica isto pode estar acontecendo.
No início da semana, destaquei o fato de que Mendes só perderia para ele mesmo, e para isto deveria se posicionar. Não foi o que aconteceu, o Tchê que fala muito no Rádio, pelo ofício da profissão e pouco na Câmara, pode ter perdido espaço nas negociações. Já há quem diga que se Mendes demorar um pouco mais para tomar uma atitude, o vereador Leocir Zanella (PPS) que conhece muito os bastidores pode colocar água no choppe, ou esfriar a água do mate do Tchê. Aliás, falam que o Tchê não gosta muito de “cevar o mate”, ele prefere “sorver o mate”. Será?
Para usar uma palavra do Mendes, embora tudo o que este posto e dito, “o pragmatismo” permanece indicando três candidatos - Mendes, Ortigara ou Zanela. Um deles deve ser o próximo presidente da Câmara de Vereadores da Capital do Trabalho. E, nos finalmente a palavra para as justificativas, sejam elas quais forem, deve ser “construímos uma mesa eclética para preservar a democracia na Câmara.