Executivo não é lugar para apostas e candidatos sem experiência
O Brasil está prestes a viver mais um desastre na sua jovem democracia. O impeachment da Presidente, Dilma Rousseff (PT) já foi aprovado pelos deputados e está muito próximo de ser aprovado pelo Senado.
Estamos no segundo exemplo, e diante da tese de que para chegar ao executivo o político precisa ser experiente e experimentado.
No legislativo pode até haver espaço para defensores de todas as causas, grandes ou pequenas. Afinal, o parlamento é o retrato do seu povo. Logo, como a maioria sempre vence, sobram espaços para aloprados.
No executivo, entretanto, a gestão é para todos, logo é preciso ter experiência. Vejamos o senhor Fernando Collor de Melo, se apresentou todo engomadinho e se dizendo o "caçador de marajás". Uns votaram pela beleza, outros pela proposta ousada. Deu no que deu. Os caras pintadas foram as ruas e, Impeachment nele!
No episódio mais recente e que está em curso, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou à senhora Dilma Rousseff, como a mãe do PAC - venceu nas urnas, e logo em seguida avessa a conversar, sem base partidária e amarrada ao sistema, deu no que deu! Pouco mais de duas décadas depois, a história está por se repetir. Ou não?
Sobram nos exemplos de que legislativo e executivo representam diferenças gigantescas. E como diria o poeta "não me venham com churumelas"!