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Fiesc lamenta resposta da Celesc

Data 21/01/2014 às 09:13
Entidade empresarial questionou estatal, que por sua vez respondeu solicitações.
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A direção da Regional da Amauc da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, Fiesc, demonstra descontentamento com a resposta da Celesc, ao pedido da entidade empresarial. No último dia oito, a Fiesc da região de Concórdia enviou correspondência à direção da Estatal em relação à investimentos na área de distribuição de energia elétrica para a região de Concórdia, em especial sobre a construção da subestação em São Cristóvão. O documento frisa as oscilações no sistema de fornecimento, o que estariam deixando os empresários apreensivos. Em resposta, a direção da estatal justificou que os estudos ambientais para a nova subestação já estão concluídos e que os mesmos serão protocolados até a sexta-feira para solicitar o pedido de licença ambiental prévia. Em resposta, a Celesc destaca que a previsão para a conclusão dos estudos ambientais das linhas de transmissão e a respectiva entrega na Fatma é para o final do mês de fevereiro. A Estatal informa que para as linhas de transmissão, diferentemente da subestação que requer um estudo ambiental simplificado, é necessária a realização de estudo de impacto ambiental, que é mais detalhado.

Sobre as oscilações na energia elétrica, outro ponto destacado pela Fiesc, a Celesc considera a situação adequada.

Em entrevista à Rádio Aliança, o vice-presidente da Fiesc para a região da Amauc, Álvaro Luiz de Mendonça, lembrou que a instalação de uma subestação de maior capacidade em Concórdia é uma lita de mais de três anos. Completa que, além de Concórdia, o empreendimento vai beneficiar toda uma região. Arremata que a situação vem sendo postergada ha muitos meses e que não há uma resposta convicta de quando podem iniciar os trabalhos de construção da unidade e das linhas de transmissão.

Mendonça sugere que haja uma pressão maior, seja política ou de classe, para que os investimentos previstos para a região em distribuição de energia sejam agilizados. Ele não descarta a possibilidade até de um trabalho de sensibilização da própria Fatma, que deve analisar e fazer a tramitação da questão ambiental do empreendimento, para que agilize o processe. Conclama os municípios da Amauc para que haja uma pressão mais forte até mesmo sobre o governador Raimundo Colombo. Mendonça conclui que, se não for assim, a região ficará relegada sempre há um segundo plano.
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