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Futuro indefinido na Seleção Brasileira de Futsal

Data 03/10/2016 às 18:16
Serginho Schiochet já está em Concóridia e defende grupo que esteve no Mundial.
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Foto: Luis Domingues/CBFS.
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O futuro do técnico Serginho Schiochet a frente da Seleção Brasileira de Futsal ainda é incerto. A afirmação é do próprio treinador, que já está em Concórdia, após a eliminação precoce no Mundial, que encerrou na Colômbia, no último fim de semana. O time brasileiro caiu nas oitavas de finais para o Irã. Muitos críticos consideram essa como sendo a pior campanha do Brasil da história, em Mundiais.

Em entrevista ao Jornalismo Aliança, Schiochet afirma que deixou sua situação em aberto para análise da Confederação Brasileira de Futsal, tão logo o time caiu fora do Mundial. O assunto foi abordado ainda no vestiário, após a partida. "Deixei em aberto e eles que tomem a decisão que acharem correta. Se eu continuo ou tenham a liberdade de visualizar outra coisa ou uma nova comissão técnica. Desde então, não tivemos a oportunidade de conversar", revela. A seleção ainda terá neste ano dois eventos com o calendário da Globo, entre o fim do mês de outubro e início de novembro.

Se a opção for pela troca de treinador, o piratubense Serginho Schiochet avisa que o principal desafio será de montar um projeto desde agora visando o Mundial de 2020.

Sobre a eliminação precoce, Serginho afirma que o time fez uma campanha que jamais foi imaginada, mesmo com todos os problemas dentro da CBFS. Sobre o jogo diante dos iranianos, ele diz que "fizemos um bom jogo contra o Irã, venciamos por 3 a 1, mas faltou organização, levamos o empate e perdemos nos pênaltis". Confidencia que convocou parte da geração de 2012 para esse mundial de 2016, mas reconhece que a realidade desses atletas é diferente hoje, especialmente no aspecto físico.

Schichet também foi criticado em função do grupo que ele levou para Colômbia. Parte da imprensa questinou o motivo de alguns atletas terem sido convocados e outros não. Sobre isso, ele enfatiza que "esse grupo que eu levei para a Colômbia, eu levaria novamente. Algumas decisões internas e a convocação dos atletas foram minhas e não sofri interferência. Fiz isso também ouvindo a comissão técnica". Completa que os três goleiros, na sua visão, eram os mais preparados. Outros atletas que foram alvos de críticas como o Xuva, Diego e Rodrigo foram, na opinião de Schiochet, os que mais se destacaram nas quatro partidas. "Não posso somente pensar numa posição. Falaram em Gadeia e Daniel, que atuam pela direita. Eu tinha o Xuxa e o Diego que foram muito bem. Quando eu defini esses 14, os comentários foram positivos", observa.

 

 

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