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Gonçalves cobra investimento estadual de R$ 5 milhões prometido para o Olavo

Data 24/02/2018 às 17:31
Discussão se deu na última semana, na Sessão da Câmara de Vereadores.
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Foto: Divaleia Casagrande/Ascom/Câmara de Vereadores de Concórdia.
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Uma promessa feita em março de 2016 pelo governo do Estado de investir R$ 5 milhões na reforma da Escola Estadual Olavo Secco Rigon foi cobrada pelo vereador Edno Gonçalves (PDT), na sessão desta quinta-feira, 22. Com notícias divulgadas na época, ele relatou e apresentou fotos da situação da escola. “Meu pedido é para que o governo do Estado nos repasse o projeto de reforma da escola, orçado em R$ 5 milhões”, afirmou.

 

“Naquela época já haviam problemas estruturais, e agora a situação só piorou. É uma situação lamentável. Não poderia ter chegado a esse ponto. Quando chove alaga a escola, tem o perigo da parte elétrica, que não suporta novas instalações, segundo os servidores do educandário. Posso citar a situação das portas, janelas, da acessibilidade – não há acesso ao segundo piso - e do refeitório que nunca deve ter sido reformado e atende mais de 800 alunos”, lamentou.

 

Gonçalves destacou que a cobrança deve ser forte aos deputados da região para que ajudem a cobrar para que eles façam a promessa ser cumprida. “Não encontrei nenhuma confirmação da liberação dos recursos. Isso não pode ser apenas uma promessa de campanha”, acrescentou ao dizer que “é preciso utilizar a ADR local e que os responsáveis pelo governo local venham a público e expliquem para os pais, alunos e professores se a reforma vai sair ou não”.

 

O assunto provocou manifestação de apoio dos demais vereadores. Anderson Guzzatto (PR) pediu para que seja acrescentado no pedido de informação o alvará de funcionamento da escola. “Com tantos problemas relatados será estranho se tiver”, lamentou ao concordar que sejam enviados ofícios aos deputados e a Secretaria de Estado de Educação. “Nós vamos dar grito a toa aqui com o governo do estado. Vamos usar as forças políticas e cobrar providências”, alfinetou.

 

Evandro Pegoraro (PT) concordou com as cobranças. Na visão dele, “tem coisas que o tempo vai e vem e não se resolve”. Para ele, a maior escola do município, com espaço privilegiado não poderia ter chegado nesta situação. “Concórdia merece este investimento. Vamos juntar forças para tentar destravar o processo. Estruturas como estas podem ser potencializadas, proporcionando economia para os cofres públicos”, disse.

 

Jaderson Miguel (PSD) também se juntou ao requerimento. “A gente fica triste na política, porque as pessoas anunciam e não cumprem. Por isso as pessoas se afastam. Precisamos estar alertas porque este ano terá eleições e a promessa não poderá ser renovada. Eu aqui defendo pessoas e não partidos. Por isso precisamos mudar essa situação”, afirmou ao dizer que promessas não podem mais ser feitas senão podem ser cumpridas.

 

Closmar Zagonel (PMDB) disse que em março do ano passado esteve em audiência com a Secretaria de Estado de Educação, mas o resultado foi “como mandar recordação para estranho”. “Nós não podemos aceitar que essa promessa seja renovada esse ano. A sociedade precisa cobrar porque a obra não foi feita, independentemente de quem está no poder”, ressaltou.

 

O presidente da Câmara, Artêmio Ortigara (PR), pediu para que a sociedade aproveite as eleições de outubro para analisar o que será escolhido para comandar o Brasil. "Já estamos vendo promessas de deputados para entidades. O recurso do Fundam é muito importante, mas não pode ser feito com dinheiro financiado para se fazer campanha política", alertou. 

 

(Fonte: Divaleia Casagrande/Ascom/Câmara de Vereadores de Concórdia)

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