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Governo apresenta proposta e Sinte não descarta greve

Data 31/01/2014 às 09:24
Aumento de 8,5%, a ser repassado de forma parcelada, para os docentes que ganham acima do piso não agradou a categoria.
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A proposta de aumento para os professores que ganham acima do piso e que possuam mais tempo de carreira, por parte do Governo do Estado, não agradou a categoria, em Santa Catarina. Uma reunião ocorreu na tarde de quarta-feira entre representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina, o Sinte, e a Secretaria de Estado da Educação. O governo propôs quatro alternativas para  o repasse dos 8,5% de aumento. A primeira seria em cota única, no mês de outubro; a segunda seria em duas vezes, com 4,25% em junho e 4,24% em dezembro; a terceira seria em três vezes, com 2,5% em março, 2,5% em agosto e 3,5% em dezembro. A quarta seria de 2% em janeiro, 2% em agosto e 4,5% em dezembro. Conforme o comunicado da Secretaria de Estado da Educação, essa última proposta foi a decidida em reunião com os representantes dos professores.

Em entrevista nesta manhã ao jornalismo Aliança, o coordenador regional do Sinte, Lauri de Vargas, disse que essa proposta não agradou a categoria. "Além do índice ficar aquém do pedido para reposição de perdas, ele não será repassado integralmente de forma imediata". Completa que a categoria terá a reposição total de 2014, praticamente faltando pouco tempo para iniciar as discussões para o próximo aumento salarial.

Os representantes do SINTE-SC, afirmaram que a categoria deverá se posicionar diante da proposta e que estarão mobilizados para discutirem a mesma. Uma série de Assembleias regionais deve ocorrer no próximo mês, culminando com uma estadual na segunda quinzena de fevereiro. Conforme Vargas, a categoria não descarta uma greve.
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