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Laudo aponta traumatismo cervical na causa da morte de advogado concordiense

Data 01/06/2016 às 13:35
Caldart morreu na semana passada quando defendia clientes de uma falsa reintegração de posse em Palhosa.
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O laudo do IML (Instituto Médico Legal) sobre a causa da morte do advogado Roberto Luís Caldart concluiu que ele sofreu traumatismo cervical, informou na noite desta terça­-feira (31) o repórter da RICTV Sérgio Guimarães, em primeira mão. Segundo o jornalista, o laudo aponta, textualmente, que a causa da morte é “compatível com asfixia devido a colapso cardíaco, devido a inibição vagal (termo relacionado à atividade do coração) devida a traumatismo cervical”. O instituto vai divulgar oficialmente o laudo na manhã desta quarta-­feira (1º).

Caldart morreu na semana passada quando defendia clientes de uma falsa reintegração de posse na Barra do Aririú, em Palhoça. A farsa foi conduzida pelo construtor Rubi Castelo de Freitas, que chegou ao terreno acompanhado de seis pessoas: o segurança particular Juliano Cléberson de Campos e cinco policiais militares que não estavam em horário de serviço: Vanderlei Bento da Costa, Jairo Lima Júnior, Gilberto José Apolinário, Lucas Ricardo da Silva e Fabiano Roberto Vieira.

Todos estão detidos. Segundo médicos consultados pelo repórter, o laudo aponta que Caldart sofreu um golpe no pescoço, o que provocou redução nos batimentos do coração. Ainda conforme especialistas, uma massagem cardíaca poderia ter evitado a morte do advogado de 42 anos. De acordo com testemunhas, Caldart foi espancado pelo grupo que acompanhava Rubi Castelo de Freitas. (Informações NDOnline)

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