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Mais de R$ 17 milhões gastos na saúde

Data 10/10/2014 às 08:35
Prestação de contas no Legislativo Municipal de Concórdia
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A cada quadrimestre o secretário da Saúde, Alessandro Vernize, tem feito uma espécie de prestação de contas da área na Câmara de Vereadores. Ele participou da última sessão da semana, nesta quinta-feira, 9, quando relatou um pouco do trabalho em diversos programas. Houve também a apresentação dos números da pasta, que aplicou mais de R$ 17 milhões nos últimos quatro meses, entre junho e setembro.

Segundo o relatório, a maior parte dos recursos, 46,8%, são gastos com a média e alta complexidade, cerca de R$ 8,3 milhões. Já a atenção básica, que trabalha mais com a prevenção, recebeu 8,9% dos recursos do período, cerca de R$ 1,6 milhões. Para bancar todas as despesas, a Secretaria da Saúde contou com recursos na ordem dos R$ 8,6 milhões do governo federal, o que significa 54% da receita.

O município entra com 40%, cerca de R$ 6,4 milhões e a segunda menor fatia é do Estado, que contribui com 4,4%, R$ 700 mil, e os municípios vizinhos, com R$ 5,8 mil. O índice de investimento na área, que precisa ser no mínimo 15% da receita do município, vem em uma crescente e já atinge 20,58%, podendo ultrapassar os 23% até o fim do ano.

Prevenção

Vernize destacou que a atenção básica vem crescendo, com o objetivo de trabalhar preventivamente, o que poderia reduzir os gastos com a média e alta complexidade. Destacou que a secretaria tem se adiantado nas ações, evitando os problemas de época, como a Dengue, por exemplo, que já está sendo trabalhada, para evitar incidência de grande número de focos a partir de novembro. A zoonoses também está sendo trabalhada em 8 subprojetos, que iniciaram a partir das escolas. O secretário falou também da implantação do novo posto da Estratégia da Saúde na Família (ESF) no bairro Novo Horizonte/Gruta e da obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que está com 55% da estrutura física pronta e deve ser concluída até 17 de fevereiro de 2015.

Farmácia

O secretário tratou da dificuldade que tem sido encontrar um novo espaço físico para a relocação da Farmácia Popular. “Estou desde janeiro fazendo contatos, mas barramos nas questões de acessibilidade e espaço. Quando encontramos algo próximo, o aluguel se torna inviável”, informou Vernize, alegando que não se trata de uma desculpa, mas da dificuldade mesmo, pois a intenção é realizar a mudança para facilitar o atendimento. Encerrou falando do mutirão de exames, que tem se tornado uma prática e deve ser repetido ainda mais uma vez neste ano, possivelmente em dezembro. Agora, o mutirão irá realizar mais de 450 exames. (Informações Ascom Câmara de Vereadores). 

 

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