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Massocco vota pelo compromisso de redução de vereadores (Opinião)

Data 05/11/2014 às 14:10
Bastidores revelam disputa
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A eleição para a nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Concórdia está aquecendo os bastidores do legislativo. A Escolha do presidente que também pode representar o momento de reaproximação dos partidos PMDB, PSD e PSDB que formaram a base de oposição na última eleição está marcada por várias “cartadas”.

O vereador Edílson Massocco (PMDB) foi o protagonista de uma indicação para que o presidente fosse eleito para um mandato de um ano, com direito a reeleição – hoje a eleição é para dois anos. Diante do contexto de que a emenda não seria aprovada em plenário, o vereador Massocco preferiu retirar a emenda que já estava tramitando nas comissões. De outra parte o peemedebista teria manifestado a intenção de somente votar em um candidato a presidente que assuma o compromisso de defender a redução do número de vereadores para a próxima legislatura.

São as nuances de uma eleição marcada para o dia 11 de dezembro, mas que deve assombrar partidos e parlamentares de agora em diante. Sobretudo, por representar mais uma oportunidade de união dos vereadores de oposição, que foi representada na eleição pelos partidos PMDB, PSD e PSDB que não conseguiu sair unida do pleito – os vereadores de oposição fizeram a maioria nas urnas, mas não reproduziram esta postura no exercício do mandato, a ponto de Rogério Pacheco (PSDB) ter sido eleito vereador com os votos da coligação de oposição e para a presidência com os votos do PT.

Por estas razões, a eleição do novo presidente da Câmara vai servir, também para mostrar se a união dos três partidos era programática, ou serviu para eleger alguém que não teria votos nas urnas o suficiente para tal. 

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