Antigas
Médico é afastado do SAMU, após confusão
O médico envolvido em uma confusão em uma lanchonete na avenida Santa Terezinha em Joaçaba na noite do último domingo (03) registrada por câmeras de segurança do estabelecimento foi suspenso das atividades no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência por quatro dias. A medida foi anunciada pelo coordenador regional do SAMU, Shalako Rodriguez Torrico. Ele relatou à reportagem da Rádio Catarinense que a advertência administrativa adiantada quando tomou conhecimento dos fatos iniciou nesta terça-feira (05).
"Apesar de não ter nenhum vínculo do fato com o SAMU, por uma conversa particular e até mesmo com orientação da própria coordenação, a gente achou melhor suspender ele, até para ele resolver os problemas particulares dele, e foi de consenso da coordenação que ele deveria ter uma suspensão para que isso não tenha contradição com as nossas atitudes dentro do SAMU".
Conforme Torrico, o médico, que continua tendo o nome preservado pela coordenação do órgão, teria admitido que não teve uma conduta adequada, e que deverá buscar auxílio para ter um controle maior das atitudes. "Ele vai buscar ajuda como qualquer pessoa nessa situação, pode ser um psicólogo, um amigo próximo ou psiquiatra, ele é médico e é um ser humano".
Torrico conta que o colega estava na escala do plantão da regulação nesta terça, e devido à suspensão teve a ausência coberta pelo próprio coordenador. Torrico elogia a conduta profissional do médico envolvido na confusão, afirmando que é uma pessoa atenciosa com os pacientes que são atendidos ou que ligam para o órgão em busca de atendimento. "Eu não tenho queixa dele lá, senão automaticamente e possivelmente ele não estaria mais trabalhando no SAMU".
"Apesar de não ter nenhum vínculo do fato com o SAMU, por uma conversa particular e até mesmo com orientação da própria coordenação, a gente achou melhor suspender ele, até para ele resolver os problemas particulares dele, e foi de consenso da coordenação que ele deveria ter uma suspensão para que isso não tenha contradição com as nossas atitudes dentro do SAMU".
Conforme Torrico, o médico, que continua tendo o nome preservado pela coordenação do órgão, teria admitido que não teve uma conduta adequada, e que deverá buscar auxílio para ter um controle maior das atitudes. "Ele vai buscar ajuda como qualquer pessoa nessa situação, pode ser um psicólogo, um amigo próximo ou psiquiatra, ele é médico e é um ser humano".
Torrico conta que o colega estava na escala do plantão da regulação nesta terça, e devido à suspensão teve a ausência coberta pelo próprio coordenador. Torrico elogia a conduta profissional do médico envolvido na confusão, afirmando que é uma pessoa atenciosa com os pacientes que são atendidos ou que ligam para o órgão em busca de atendimento. "Eu não tenho queixa dele lá, senão automaticamente e possivelmente ele não estaria mais trabalhando no SAMU".
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