Metalúrgicos pedem 10% de aumento salarial
Já está em andamento a negociação salarial para definir o reajuste para os mais de três mil trabalhadores dos ramos de metalurgia, metalmecânica e de reparação de Concórdia e região. Até o momento, foram realizadas duas rodadas e o martelo ainda não foi batido.
Em entrevista ao Jornalismo da Aliança, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Metalurgia, Metalmecânica e de Reparação de Concórdia e Região, Bruno Marques, a categoria está pedindo 10% de reajuste no piso, que passaria para R$ 1.500; mais 10% nos demais salários.
Conforme Bruno Marques, o principal entrave é na negociação das clausulas sociais. Conforme o líder sindical, ainda faltariam cinco pontos a serem acertados, entre eles as recisões contratuais de trabalho por intermédio da entidade ligada aos trabalhadores, sem a necessidade de negociar na Justiça.
Em função desse impasse, as duas partes acordaram prorrogar a data base, que seria primeiro de janeiro, para primeiro de fevereiro. "Queremos definir esses pontos até pelo próximo dia dez e depois levarmos para Assembleia da categoria", finaliza Marques.