Não fusão de PSB e PPS pode prejudicar planos de Massocco, Ortigara e Biondo
Segundo está informando o colunista da Folha de São Paulo, Josias Souza, “O projeto do PSB de fundir-se com o PPS retornou à prancheta. Estava combinado que os dois partidos formalizariam a fusão em congressos que ocorreriam neste mês de junho”.
Pelas informações do colunista da Folha, o PSB de Pernambuco, Estado do ex-presidenciável Eduardo Campos, líder morto da legenda, levou o pé à porta. E a ala favorável à fusão, liderada pelo diretório de São Paulo, embora fosse majoritária, preferiu renegociar a ligar o trator.
Discute-se agora a alternativa de fazer uma fusão em duas fases. A primeira equivaleria a um noivado. Em resoluções aprovadas por suas instâncias nacionais, os partidos obrigariam seus diretórios em todo o país a lançar chapas comuns nas eleições municipais de 2016.
Com isso, a fusão pode ficar para depois das eleições municipais. Se houvesse a junção agora, PSB e PPS poderiam ter um novo CNPJ, e todos que se filiassem a sigla, não perderiam seus mandatos.
Desta forma, a saída dos vereadores do PMDB, Edilson Massocco, Artêmio Ortigara e Dirceu Biondo (suplente), significaria a perda dos mandados na Câmara. Situação que pode representar um problema a mais no projeto político dos parlamentares.