Novo processo para a UPA poderá ser realizado
A situação da Unidade de Pronto Atendimento de Saúde de Concórdia foi outro assunto abordado durante entrevista dos 100 dias do governo municipal, que aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 12, na Rádio Aliança. A questão foi tratada com o prefeito Rogério Pacheco e o vice, Edilson Massocco. O prédio, concluído no ano de 2015, ainda não está sendo usado. O custeio mensal para a manutenção da Unidade de Pronto-Atendimento está sendo apontado como empecilho. Uma alternativa que foi buscada trata-se da terceirização da unidade. Cujo processo licitatório estava aberto e suspenso no início desse ano.
Sobre a UPA, Pacheco reforça que "trata-se de uma irresponsabilidade da forma como foi conduzido o processo (...). Não existe recurso para viabilizar a UPA", diz. Para o chefe do Executivo Municipal não existe recurso para viabilizar a unidade e justamente os valores necessários para o custeio mensal serviram, também, de justificativa para a suspensão do Edital que, de acordo com Pacheco, poderá ser anulado e um outro processo em outros moldes poderá ser lançado. "Há o entendimento de que a Lei de Responsabilidade Fiscal foi ferida porque não constava nos autos a estimativa de impacto financeiro para os próximos anos. Não foi uma decisão do prefeito, nem do vice! Foi uma decisão da comissão de licitação. Conforme Pacheco, o investimento necessário para manter a UPA por mês poderia chegar a R$ 850 mil.
Pacheco também analisou que a possibilidade é de que, hoje, a UPA não seja aberta. Diz que foi criada uma fonte que previa, por exemplo a retirada de recursos do hospital, para o atendimento que é feito hoje para a população para manter o custeio da unidade, que passaria a fazer esse serviço. "Pode ser que seja melhor destinar um pouco mais de recursos para que se tenha mais um médico no Hospital, assim melhoriaria o atendimento da população", raciocina.